Alessandro Fabrício recomenda a viagem ao Alasca

Alessandro Fabrício completa a viagem ao Alasca

Alessandro Fabrício recomenda a viagem ao Alasca

Alessandro Fabrício recomenda a viagem ao Alasca

Com uma moto KTM 990 Adventure, o administrador de empresas, Alessandro Fabrício fez um grande e surpreendente tour pelos EUA e parte do Canadá. O objetivo era concretizar um dos seus maiores sonhos: alcançar o limite norte do continente americano e conhecer o Alasca. E assim se fez!

Com partida de Miami, EUA, de 01 de julho a 01 de agosto, Fabrício passou pela Flórida, Alabama, Tennessee, Mississippi, Arkansas, Texas, Novo México, Arizona, Utah, Califórnia, Oregon, Washington, e no Canadá, por British Columbia e Yukon, seguindo ao Alasca. O caminho de volta foi feito por Montana, Wyoming, Dakota do Sul, Iowa, Illinois, Missouri, Kentucky, Tennessee, Georgia e Flórida.

Para chegar ao destino desta aventura, a cidade de Fairbanks*, o motociclista percorreu a famosa Alaska Highway, uma estrada perigosa, cheia de curvas, que está permanentemente em obras (o inverno destrói o asfalto). “No caminho para Fairbanks, cheguei a pegar temperatura de uns 20 graus negativos”, destacou Fabrício. “Passei por alguns trechos de terra com pedras soltas, a moto balançava demais e era preciso estar atento. Vi diversos ursos, que cruzavam a estrada com seus filhotes. Ainda existem Alces e Mooses”, contou.

No retorno para Miami, o paulista teve alguns problemas mecânicos, como um pneu traseiro desgastado, coroa, corrente e pinhão danificados. “Passei quatro dias procurando um pneu para a KTM 990, e nada. Quando não havia mais o que fazer, eu já estava no Estado de Iowa, EUA, e sem alternativa, comprei um pneu de ‘Ducati’, usado em corridas de moto velocidade, portanto, um pneu slick. Retornei para a rodovia e foram seis dias de agonia, acelerando a 105 km/h; o barulho da relação piorava e tive muita dificuldade para pilotar”, detalhou.

Fabrício garante que a viagem é maravilhosa e foi melhor do que o previsto. “As paisagens são indescritíveis, o povo americano é bastante educado e não houve um susto sequer no trânsito. Ambos os países são seguros em relação a assaltos etc, além da estrutura nas estradas. Eu recomendo a quem esteja pensando em fazer esse roteiro, que realmente faça. É uma experiência única”, completou o motociclista, que alertou. “No Norte do Canadá é preciso estar atento aos postos de combustível, pois não há tantos pontos de venda como nos EUA”, encerrou.

*A cidade de Fairbanks
Por estar localizado no Círculo Polar Ártico, o município recebe bem pouco calor, sendo que no inverno a temperatura pode atingir os 40 graus negativos, e no verão, não passa dos 15 graus. Os meses de junho, julho e agosto é verão no Alasca, e por ser o extremo norte do planeta, o Sol bate 24 horas por dia. Porém, no inverno, é ao contrário com apenas duas horas de Sol.

De acordo com o Governo de lá, a temperatura mais baixa da história de Fairbanks foi em 1961, com 54 graus negativos no mês de dezembro. A mais alta, de 34 graus, foi em agosto de 1994. 

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