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Após Brasil e Colômbia, Royal Enfield chega na Argentina

Em 2017, a icônica Royal Enfield chegou ao Brasil, e agora foi a vez dos hermanos sentirem o gosto de contar com motos de mais esta marca desfilando pelas ruas do País. O marco da expansão da empresa à Argentina foi a abertura de sua primeira loja na capital Buenos Aires, inaugurada semana passada. Desta forma, a RE está presente em três países da América Latina, o que também inclui a Colômbia.

Royal Enfield inaugurou sua primeira loja na Argentina, marcando a atuação em três países da América Latina

Royal Enfield inaugurou sua primeira loja na Argentina, marcando a atuação em três países da América Latina

A Argentina representa o segundo maior mercado de motocicletas do continente – atrás apenas do Brasil. “Nossa abordagem nos mercados internacionais é focar em cidades-chave que influenciam fortemente a cultura do motociclismo e do estilo de vida em cada país. Com isso, nossa rede de lojas cresce rapidamente e já está em cidades como Londres, Paris, Madri, Barcelona e Melbourne. Mais recentemente, nossa atenção se voltou para mercados emergentes de motocicletas, como o sudeste asiático e a América Latina”, revela o presidente da Royal Enfield, Rudratej “Rudy” Singh.

Marca está engajada em expandir sua atuação especialmente em mercados emergentes, sempre trabalhado o conceito de 'cidades-chave que influenciam fortemente a cultura do motociclismo'

Marca está engajada em expandir sua atuação especialmente em mercados emergentes, sempre trabalhado o conceito de ‘cidades-chave que influenciam fortemente a cultura do motociclismo’

Royal Enfield levou a Himalayan à Argentina e Colômbia, mas ao Brasil…

Contudo, apesar de ganharmos uma loja da Royal Enfield com quase um ano de antecedência em relação à Argentina, temos uma desvantagem: a Himalayan ainda não está à venda no Brasil. A operação na Argentina iniciou com a disponibilidade de quatro modelos (Bullet 500, Classic 500veja sua versão especial, à venda no Brasil por aproximadamente R$ 22 mil, clicando aqui-, Continental GT e Himalayan) além de pós-venda, disponibilidade de peças e serviços – tudo a cargo do Grupo Simpa, revendedor oficial da marca no País e responsável pelo desenvolvimento e suporte de mercado, como marketing e pós-vendas.

Himalayan é a aventureira da Royal Enfield que gostaríamos de ter aqui... nos outros países do continente ela já está à venda. Na Colômbia, custa 12,9 milhões de pesos - cerca de R$ 15 mil

Himalayan é a aventureira da Royal Enfield que gostaríamos de ter aqui… nos outros países do continente ela já está à venda. Na Colômbia, custa 12,9 milhões de pesos – cerca de R$ 15 mil

Por aqui, a marca tem se mostrado ativa através da participação em grandes eventos do setor (como no Salão Duas Rodas), bem como por meio de lançamentos constantes de novas versões dos três modelos à venda (Classic, Bullet e Continental GT). Mesmo assim, de fato, a marca ainda não trouxe a interessante Himalayan à sua loja em São Paulo (como acreditamos que ela faria quando oficializou sua vinda ao País). O modelo é uma espécie de trail-clássica e é a opção todo-terreno da RE. Na ficha técnica constam as longas suspensões (com 200 mm na dianteira e 180 mm na traseira), o chassi de berço dividido, o freio a disco de 300 mm com dois pistões na roda da frente (atrás tem pistão simples e disco de 240 mm) e o painel com elementos em LED. O motor (monocilíndrico, claro) é de quatro tempos, arrefecido a ar, SOHC, com taxa de compressão de 9.5:1 e 411 cc, gera 3.2 kgf.m de torque (4.500 rpm) e 24,8 cv (6.500 rpm). Quem sabe logo sejamos agraciados com mais este lançamento da Royal…

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Jornalista gaúcho convicto de que um passeio de moto em um dia de sol é a cura para praticamente todos os males da vida. Fã de motoaventurismo, competições de moto, café, praia e de rock n roll.