Bob Sharp

Bob Sharp – Fico impressionado! Enquanto uns poucos tentam de toda forma mostrar que moto tb pode ser segura e os meios para que isto aconte‡a (como vc) outros nem entendem a responsabilidade de ser um jornalista e ter o poder de uma m¡dia forte. Agora a pouco lia em um site automobilistico uma materia sobre a nova BMW, (www. bestcarswebsite.com.br) e ao final da reportagem o jornalista Bob Sharp, que presumo soh entender de carros (depois desta,se eh que entende) dizer q nao testou a moto porque: ” o pessoal de imprensa da BMW do Brasil disse que seria preciso vestir um macacao. Eu trajava jeans, casaco de nailon e cal‡ava tenis. Neguei trocar de roupa, pois lhes disse que eu era motociclista e nao piloto de motocicletas e que apesar de estarmos em um autodromo eu nao iria (e nao precisava) chegar nem perto dos limites de velocidade em reta e em curva. Alem disso argumentei que tinha no‡ao da minha propria seguran‡a, que nao precisava ser patrulhado. Sem contar que acabara de assinar termo de isen‡ao de responsabilidade, por parte da BMW, de acidente que viesse a sofrer. Diante da inflexibilidade da BMW, optei por nao pilotar a K 1200 S”. Eh certo q cada um faz o q quer com sua vida , mas falar mal da assessoria de imprensa, que prezou pela sua seguran‡a ou influenciar leitores a pilotar em tais trajes, ainda mais em um autodromo, ja eh irresponsabilidade.
bruno
teresina pi
BrunÆo, desculpe ter de discordar de vc, mas o Bob Sharp estava coberto de razÆo. Vc certamente ‚ novo e nÆo sabe quem ‚ o Bob Sharp mas, s¢ para nÆo passarmos por desinformados, eu posso dizer com toda seguran‡a que o Bob ‚ um dos mais importantes, experientes e respeitados jornalista do meio. Ele foi piloto de carro nos anos 70, fazendo concorrˆncia inclusive ao Emerson Fittipaldi e Jos‚ Carlos Pace. Eu j  era fÆ do Bob antes mesmo de ele se tornar jornalista. Ele ‚ um motociclista de alt¡ssimo n¡vel e jamais colocaria sua seguran‡a em risco, muito menos pilotando uma moto de quase R$ 100.000. Eu estava no mesmo teste e tive de usar uma roupa de nailon fornecida aos jornalista, que oferecia a mesma protetividade de uma cal‡a jeans. Al‚m disso t¡nhamos de seguir um monitor que limitava a velocidade do teste. O fato de estar em um aut¢dromo era apenas para facilitar a produ‡Æo e a partir do momento em que assino um documento tirando o fiof¢ da BMW da reta nÆo existe qualquer razÆo para a empresa exigir o uso do equipamento. Devo lembrar que a roupa fornecida pela BMW era da linha de acess¢rios e estampava o logotipo da empresa. O Bob e qualquer jornalista em o direiro de recusar a oferta e cuidar do seu pr¢prio nariz. Eu s¢ usei a cal‡a oferecida pela BMW porque pretendia andar r pido e eventualmente tocar o joelho nas curvas e, c  pra n¢s, preferia rasgar a cal‡a deles a detonar meu jeans novinho e caro.