Foto: Equipe brasileira faz reconhecimento a p‚ da pista de Budds Creek onde acontece o Motocross das Na‡äes

Brasil busca classificação no Motocross das Nações

Foto: Equipe brasileira faz reconhecimento a p‚ da pista de Budds Creek onde acontece o Motocross das Na‡äes

Foto: Equipe brasileira faz reconhecimento a p‚ da pista de Budds Creek onde acontece o Motocross das Na‡äes

Balbi, Wellington Garcia e Leandro Silva entram na pista de Budds Creek neste s bado de olho em uma vaga para as baterias finais; Pilotos fizeram reconhecimento da pista a p‚

Maryland, Estados Unidos – A equipe do Brasil conheceu nesta sexta-feira o palco do grande show do Motocross das Na‡äes: a pista de Budds Creek, Maryland, nos Estados Unidos. Os pilotos Ant“nio Jorge Balbi J£nior (Open), Wellington Garcia (MX1) e Leandro Silva (MX2) percorreram a p‚ o circuito, que promete pegas emocionantes neste final de semana. O grande desafio da equipe nacional tem in¡cio neste s bado, com as baterias classificat¢rias, j  que o Brasil avan‡ou apenas em uma ocasiÆo para as finais, em 1999, por ser o pa¡s sede do evento e ter vaga garantida.

A programa‡Æo desta sexta-feira incluiu ainda as vistorias t‚cnicas e os £ltimos acertos nas motos. O clima de Copa do Mundo est  mais do que presente em Budds Creek, o que deixou os pilotos entusiasmados.

Balbi, que guarda boas recorda‡äes do AMA Motocross na pista de Budds Creek, passou dicas aos companheiros de equipe. Nesta temporada ele emplacou a 12a coloca‡Æo, ficando muito pr¢ximo dos top 10, e ainda foi nesta pista que fez o holeshot de 2006. “O tra‡ado ‚ o mesmo, mas o sistema de prepara‡Æo est  mais no estilo europeu, fofo e £mido. Mesmo se fizer sol, amanhÆ eles vÆo fazer chover”, brincou o mineiro.

“Isso aqui ‚ outro mundo. As expectativas sÆo ¢timas e o primeiro contato com a pista foi bem positivo”, disse o goiano Wellington Garcia. Leandro Silva ficou impressionado com o circuito. “ bem diferente do que encontramos no Brasil, um terreno tem macio e molhado. Os salto sÆo muito bem projetados”, concluiu.

O evento re£ne 35 pa¡ses, sendo que o Brasil conta com o suporte t‚cnico da equipe Moto Triple X, contratada pela Honda do Brasil. O Motocross das Na‡äes premia a equipe que tiver o melhor desempenho coletivo. Os resultados sÆo a soma da performance dos trˆs pilotos representantes, com direito a um descarte.

Quem nÆo conseguir a vaga neste s bado ter  uma segunda chance na corrida marcada para domingo, chamada de “bateria B”, cujo primeiro colocado tamb‚m disputa as finais. Esta ‚ a sexta participa‡Æo brasileira no Na‡äes.

Bate-papo – O site oficial da equipe brasileira que disputa o Motocross das Na‡ äes (www.motocrossdasnacoes.com.br) promove um chat nesta sexta-feira, direto de Oxon Hill, Maryland, nos Estados Unidos. O bate-papo com os pilotos Ant“nio Jorge Balbi J£nior (Open), Wellington Garcia (MX21) e Leandro Silva (MX2) ter  in¡cio …s 21h – hor rio de Bras¡lia.

Programa‡Æo (hor rios de Bras¡lia) – S bado – 22/09
Das 11h …s 11h40 – treino livre MX1
Em seguida, treino de largada da MX1 (cinco minutos de dura‡Æo)

Das 12h …s 12h40 – treino livre MX2
Em seguida, treino de largada da MX2 (cinco minutos de dura‡Æo)

Das 13h …s 13h40 – treino livre Open
Em seguida, treino de largada da Open (cinco minutos de dura‡Æo)

15h30 – Treino classificat¢rio MX1 (20 minutos + duas voltas)
16h30 – Treino classificat¢rio MX2 (20 minutos + duas voltas)
17h30 – Treino classificat¢rio Open (20 minutos + duas voltas)

Domingo – 23/09 – Das 9h40 …s 10h – Warm up da “bateria B”
Das 10h10 …s 10h30 – Warm up dos finalistas (primeiro grupo)
Das 10h40 …s 11h – Warm up dos finalistas (segundo grupo)

12h – Bateria “B” (30 minutos + duas voltas)
14h – Bateria final com pilotos da MX1 e MX2 (30 minutos + duas voltas)
15h40 – Bateria final com pilotos da MX2 e da Open (30 minutos + duas voltas)
17h20 – Bateria final com pilotos da MX1 e da Open (30 minutos + duas voltas)

Em seguida, cerim“nia de premia‡Æo