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CBM: palavra do Presidente II

” Como havia prometido, volto aqui a escrever a todos os interessados pelo motociclismo sobre a atuação desta gestão da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM).

Olhando para esses quase dois anos de trabalho, podemos ver que conseguimos dar novamente credibilidade à imagem da CBM. Apesar dos críticos, que só nos servem de incentivo para melhorar cada vez mais, podemos afirmar que já temos uma entidade forte e trabalhando no caminho certo para o desenvolvimento do esporte sobre duas rodas.

Prova disso são as grandes empresas que já tinham perdido as esperanças e voltaram a acreditar nesse nosso sonho. No Motocross a Honda e Yamaha, de grande tradição, voltaram a patrocinar a realização do Campeonato. A Petrobrás está investindo no esporte pela primeira vez, além de outras grandes empresas que sabem que estamos conseguindo nos desenvolver: Rinaldi, X Motos do Brasil, IMS Racing, Peterlongo e Circuit.

Conseguimos trazer para o mundo do esporte sobre duas rodas vários apaixonados por meio da homologação de algumas modalidades, como o Stunt, Moto-Turismo e Motocross Freestyle.

Hoje voltamos a receber grandes competições do motociclismo mundial no Brasil. Isso é graças ao bom relacionamento da CBM com a FIM (Federação Internacional de Motociclismo). Mesmo tendo grandes organizadores aqui no País, fica muito difícil se a entidade que representa a nação não tiver diálogo com a FIM até porque, todas as funções técnicas de uma prova de mundial são exercidas por técnicos da CBM.

Firmo Henrique Alves, presidente da CBM

Firmo Henrique Alves, presidente da CBM

Acabamos de realizar a 3ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, em Sorriso (MT). Foram dois grandes dias de  evento. Os pilotos deram um espetáculo. A organização e a prova estavam redondas. Muita gente reclamou das condições da BR-163 que chega até o município, eu concordo, mas essas críticas acho que deveriam ser feitas ao governo federal, que é responsável pela pista. A CBM só cuida de motociclismo.

Continuamos com a transmissão pela ESPN, porém, em algumas etapas elas não acontecerão ao vivo. O canal vai apresentar um programa para exibir as provas. Mas a cobertura nas duas primeiras etapas já mostrou que é possível nosso esporte estar na mídia ao vivo. O assunto interessa e com nosso trabalho sério o motociclismo vai ganhando o seu espaço.

Agora embarcamos para Aracaju (SE), onde será realizada a 4ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, neste fim de semana, 13 e 14. Já estou pronto para ouvir mais algumas reclamações sobre distância. Mas “longe” depende do seu ponto de referência. O Brasil é um país continental. Mais da metade da competição é realizada no centro-sul do Brasil e os pilotos das outras regiões, como nordeste, também nos cobram mais etapas.

Não importa a localização, não podemos privar populações e futuros pilotos de terem contato com o esporte. Mesmo porque realizamos um campeonato “Brasileiro” e não um campeonato regional. Porque somos a Confederação Brasileira de Motociclismo.

Até a próxima.

Abraços

Firmo Henrique Alves
Presidente – CBM

 

Nota do Editor – Os torcedores do motociclismo nacional aguardam ansiosamente que o Brasil, a exemplo da Argentina, também receba uma etapa da MotoGP em 2014.

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