Foto: Bitenca

Cofins, Mais rebimbola,

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Olá Bitenca, após a iniciativa do governo em reduzir o COFINS para motos vem a pergunta. Onde estão os modelos 2009 da Honda e Yamaha? Tenho uma Fazer 250 modelo 2007 e gostaria de trocar por uma nova, mas estou esperando o que vai acontecer, se vai haver alterações no novo modelo, e a honda que deixou de produzir a twister, o que virá pra nós? Naõ aguento mais esperar. Abraços. André, 22, Manaus, AM

R: André, por conta da nova legislação a respeito das emissões das motocicletas muitos modelos vendidos até 2008 tiveram que ser descontinuados. As montadoras se preocuparam em manter ou lançar novos modelos para atender essa legislação. Acontece que as alterações são de grande monta e a capacidade de gerar novos produtos, mesmo para essas grandes montadoras é limitado. Com o tempo e seguindo seus planos internos de marketing os espaços abertos no mercado serão ocupados novamente, por quem se adiantar. Com certeza cria-se uma oportunidade para grande concorrência. Ganham os consumidores e só temos que aguardar os lançamentos. Abraços.

Caros amigos, li na seção cartas de leitores, sobre a DL-1000 e como tenho uma 2008/2009 tirada em outubro passado, tambem recebi o e-mail que o Augusto enviou para vcs, e fiz o serviço. Tenho a relatar que realmente mudou muito o funcionamento da moto, ficou mais suave e sem as tossidas caracteristicas da DL 1000. Quanto a economia foi assombrosa a diferença, como rodo sempre com minha esposa e com o bauleto de 50 litros carregado, notei logo que rodando a uma velocidade media de 120 a 140 km/h como faço sempre, minha moto não passava de 16km/l e depois de feito a ligação do cilindro trazeiro, subiu a media para 19,7 a 20 km/l. O motor como falei ficou muito melhor, e a economia cresceu muito. Hora porque há leituda do cilindro dianteiro e não há do traseiro? qual o motivo, isso não tem lógica… Na TL 1000, cujo o motor da V-Strom é o mesmo, realmente há a leitura nos dois cilindros. Bem amigos eu gostaria que vcs, se for possivivel me passasse o e-mail do Augusto. Pois posso afirmar que realmente minha moto mudou pra melhor, e não há nada de ” rebinboca da parafuseta ” há sim tecnologia envolvida. Amigos, fica aqui meu registro e minha admiração por vcs. Muito obrigado Marca, 44, Mogi das Cruzes, SP

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R: Certo Marçal, Você sabe que o desenvolvimento de um produto como esse envolve anos de pesquisa e é feito por engenheiros da melhor estirpe, no Japão. Do projeto faz parte toda uma rotina de manutenção que é passada para a rede por intermédio das publicações internas e treinamento dos mecânicos nas autorizadas da marca, em âmbito mundial. Na minha resposta àquela questão mencionei o texto que se refere essa rotina e o código (C13) que identifica um mau funcionamento do sensor (IAPS ou Intake Air Pressure Sensor) em questão. De novo, se esse erro passou despercebido por essa monstruosidade de técnicos e engenheiros e só o cientista maluco percebeu, ele deveria se mudar para lá, o emprego dele estaria garantido.
Quanto ao endereço do leitor infelizmente não podemos lhe fornecer, é nossa política no site. Abraços

Li sobre o sistema de injeção da V-Strom e tenho adquirido bastante conhecimento sobre injeção lendo fóruns da MegaSquirt, uma injeção “livre”. Acontece que o cara pecou no seguinte: em veículos de 4 cilindros, o vácuo no coletor é quase que constante, pois são 4 cilindros puxando o ar. Com 1 ou 2 cilindros (Yamaha Lander, Suzuki V-Strom), o vácuo sofre picos de leitura em giro baixo, que são estabilizados em giro alto. Aí é que está o pecado do escritor: a estratégia da ECU é usar TPS durante giros baixos, já que não dá pra ter uma leitura exata, e usar o MAP em giros médios/altos, quando a rotação consegue “equalizar” a pressão com o tempo de leitura da injeção. Por isso, por exemplo, que só se regula a injeção de uma Fazer/Lander até 2.500 RPM quando se troca o escape; depois, a diferença de pressão que acontece interpretada pela ECU. Rodrigo, 26, Niterói, RJ

R: Você está certo Rodrigo, e ainda tem os outros sinais que entram na função, o da posição do virabrequim, RPM, e até no caso da Vstrom um leitor da posição do comando de válvulas. Está muito fácil para a ECU calcular o tempo de injeção para cada bico com todas essas variáveis e convenhamos, a crítica do texto é bastante apelativa e confusa. Abraços.