Equipe chega a Lisboa para o Dakar 2006

Os pilotos, navegadores e mecƒnicos da equipe Petrobras Lubrax desembarcaram em Lisboa na manhÆ desta segunda-feira …s 7h.

Ap¢s um v“o tranqilo de nove horas, os pilotos Jean Azevedo, Klever Kolberg e Andr‚ Azevedo, acompanhados do navegador Eduardo Bampi e dos mecƒnicos Ronaldo Pinto e Geraldo Lima, pousaram na capital portuguesa debaixo de chuva e ainda antes do nascer do sol. Dos sete integrantes da equipe, apenas Maykel Justo, navegador do caminhÆo, nÆo havia chegado at‚ o final da tarde.

Durante o dia, a Equipe aproveitou o frio ameno e os intervalos de sol entre as insistentes chuvas para andar pela cidade e visitar o local da largada. Ao lado do mecƒnico Ronaldo Pinto, Andr‚ Azevedo, piloto do caminhÆo Tatra da Equipe e forte candidato ao t¡tulo da prova, foi at‚ a  rea reservada para as verifica‡äes t‚cnicas que ocorrem nos dias 29 e 30. O uniforme com o nome da equipe e com a bandeira do Brasil chamou a aten‡Æo de dezenas de portugueses e brasileiros pelas ruas de Lisboa. “Muitos desejaram boa sorte”, contou Andr‚, que gostou da experiˆncia de caminhar por uma cidade de l¡ngua portuguesa.

At‚ o domingo da largada, a organiza‡Æo do Dakar ir  verificar detalhadamente todos os 508 ve¡culos inscritos, conferindo se cada um preenche os requisitos necess rios para competir em sua determinada categoria. Al‚m deles, outras 240 viaturas de apoio farÆo parte do comboio.

Chuva nÆo preocupa os brasileiros
As chuvas que nÆo p ram de cair em Lisboa nos £ltimos dias e que devem continuar molhando os quase mil quil“metros do trecho europeu do Dakar 2006 nÆo chegam a assustar os pilotos brasileiros. Ao desembarcar em Lisboa e sentir uma temperatura acima dos 10 graus, Jean Azevedo disse preferir a chuva ao frio. “Para andar de moto, nenhuma das duas condi‡äes agrada, mas entre uma e outra, sou mais a  gua”, disse Jean.

J  prevendo pista molhada, Jean trouxe dois jogos de pneus de chuva acelerar nas duas primeiras etapas da prova – entre Lisboa e Portimao e entre Portimao e M laga, j  na Espanha. “Os Pirelli MT 18 sÆo perfeitos para isso”. Se pudesse escolher, no entanto, Jean diz preferir piso seco, j  que os europeu estÆo mais acostumados a acelerar na lama.

Andr‚ Azevedo, piloto do caminhÆo da Equipe, tamb‚m nÆo mostrou preocupa‡Æo com a chuva. “ uma condu‡Æo mais lenta para evitar surpresas, mas com pneus de chuva nÆo vejo problemas”, contou o piloto que trouxe um jogo de Pirelli MT 85 baseado na previsÆo de chuva para os primeiros dias do Dakar. Como em todas as edi‡äes, Andr‚ acredita que a prova come‡a para valer em territ¢rio africano. Este ano, no entanto, as especiais longas dos dois primeiros dias (quase 200 quilometros) e a chuva pedem muito mais aten‡Æo … parte europ‚ia da prova.