Foto: GSX-R 760 K6 - Bitenca

História das Suzuki GSX-R SRAD – Melhor óleo – Melhor gasolina.

Foto: GSX-R 760 K6 - Bitenca

Foto: GSX-R 760 K6 - Bitenca

O site de vocês é muito bom, mas esta semana estou com uma dúvida que não consigo tirar em lugar algum e podia jurar que conseguiria aqui! Estou pesquisando sobre a GSXR 750 Srad, e vi que ela passou por diversas modificações… Como não tenho condições de comprar uma zero, estou pesquisando as usadas, mas não consigo achar um site que me mostre as fichas técnicas de todas as atualizações que a moto teve…
Isso seria de suma importancia para eu decidir qual o ano da moto que devo comprar (excluindo a moto zero, infelizmente). É isso ai, espero que possam tirar esta duvida, que também serve de sugestão para outros modelos de motos, pois assim como eu existem milhares de apaixonados por motos querendo este tipo de informação… Abs.
Rodrigo, 27, Santo André, SP.

R: Rodrigo, veja uma breve história desse famoso modelo da Suzuki.
Repare que pode haver algumas diferenças entre as características
identificadas nos anos de fabricação que indico. Essas nem sempre foram
incorporadas nos modelos vendidos no Brasil, nos anos indicados. Aqui a
Suzuki às vezes vende modelos com ano de fabricação de anos anteriores no
exterior.

Foto: Carburador limpo - Divulgação Yamaha Factor.

Foto: Carburador limpo - Divulgação Yamaha Factor.

SUZUKI GSX-R 750 – SRAD
O sistema SRAD foi introduzido nas GSXR 750 em 1996. O Suzuki Ram Air Direct direciona o ar da frente da moto de forma que aumenta a pressão na caixa de ar, simulando o efeito de um turbo. Isso aumenta a quantidade de ar admitida no motor e com isso há um aumento de potência, que se dá conforme o vento frontal aumenta com a velocidade.
1996- (T) Um novo chassi, constituído por duas barras periféricas diminuiu o peso consideravelmente, em 20 Kg. Isso deixou a moto com peso de 179Kg e outras modificações no motor geraram uma potência de 128 CV. Suspensão invertida de 43mm totalmente ajustável e aro de 6 polegadas na traseira completa o pacote de alterações.
1997- (V) Poucas alterações melhoraram a aerodinâmica.
1998- (W) Motor passa a ser injetado e a potência aumenta para 134 CV.
1999- (X) Aumento de meia polegada na roda traseira que agora usa pneu de 190 mm de largura adiciona-se às mudanças cosméticas.
2000- (Y) Totalmente renovado esse modelo ganhou novo chassi que tem balança traseira mais longa, e rodas mais leves ( pneu traseiro de 180 mm). O Motor foi feito menor, mais leve, ganhou nova injeção eletrônica, novo sistema de indução forçada, radiador de maior capacidade e sistema de escape em aço inox. O painel digital redesenhado e nova aerodinâmica com menor área
frontal.
2001- (K1) Novo grafismo.
2002- (K2) Nova balança traseira ajustável, novos espelhos, modificações na injeção e novo escapamento em aço escovado.
2003- (K3) Novo grafismo.
2004- (K4) Refinamentos na injeção, introdução do freio dianteiro com fixação radial, outras pequenas modificações no chassi, válvulas de titânio no motor e carenagem redesenhada.
2005- (K5) Novo grafismo.
2006- (K6) Novidades no chassi e motor, com aumento no curso do pistão e transmissão mais reforçada.
2007- (K7) Novo grafismo.
2008- (K8) Novo grafismo.
2009- (K9) Novo modelo, com novos faróis e múltiplo ajuste no mapeamento da injeção.
Abraços.


Amigos bom dia gostaria de saber qual o melhor tipo de oleo para motocicleta de grande cilindrada? e qual o liquido de arrefecimento? posso completar com paraflú? Obrigado. Luciano, 32, Barbacena, MG.

R: Luciano,
O melhor óleo para sua motocicleta é o que recomenda o seu fabricante. Veja no seu manual do proprietário a tabela de indicação para a temperatura de trabalho que você usa e a classificação mais indicada.
Para o Brasil, normalmente o mais recomendado é o 20W-50 pois abrange a faixa mais alta de temperaturas. Mas verifique o tipo indicado para sua moto:
Quanto às classificações, existem dois padrões principais: o API americano e o JASO Japonês. Há também o ILSAC que é um comitê internacional de
normatização e aprovação de lubrificantes e o ACEA que é o europeu. Todos classificam os lubrificantes de forma mais ou menos equivalente mas cada um tem o seu código que indica o tipo de teste que ele deve se submeter para ser aprovado pelo instituto, só assim ele recebe a classificação.
Para motores que usam embreagem e câmbio no mesmo banho de óleo do motor, eles devem receber também aditivos especiais e nesse caso são fabricados especialmente para motocicletas.
Também o líquido de arrefecimento está indicado no manual de proprietário. Normalmente um aditivo com base de etileno glicol especialmente formulado para motores de alumínio, sem silicatos. Esses, podem se precipitar e formar um composto abrasivo que deteriora o sistema. Se esse Paraflu for dessa classificação evite, melhor usar o Etileno Glicol puro, diluído na proporção
indicada na embalagem. Também você não vai necessitar de um anti-congelante, então evite pois ele não favorece o uso em altas temperaturas.


Olá….bom eu tenho uma duvida, sobre gasolina, eu tenho uma Fazer LE 2010 eu so uso gasolina aditivada e segundo o que houvi dizer se usar somente gasolina aditivada, os tais aditivos podem intupir os bicos de injeção? teria algum problema so usar essetipo de gasolina? teria alguma sugestão sobre combustiveis sem especificar marcas. Maicon, 25, Andradina SP.

R: Não há problema algum Maikon. Não há possibilidade de entupimento por esse motivo. Os aditivos colocados na gasolina são justamente para manter limpo o sistema de injeção ou carburação. Em relação à qualidade, procure sempre um posto de marca que se importe com a imagem da gasolina que vende e procure ficar longe dos postos com pouco fluxo de veículos. Hoje existe a gasolina tipo Premium que várias distribuidoras comercializam e essas são as melhores que você pode usar. As comuns ou aditivadas são apropriadas também, desde que estejam dentro das especificações do seu manual.