Honda amplia investimentos

Com investimentos de US$ 500 milhäes no PIM (P¢lo Industrial de Manaus), a Moto Honda da Amaz“nia pretende fazer novos investimentos no Amazonas.

Mas, para isso, espera melhor defini‡Æo dos incentivos fiscais. A grande preocupa‡Æo do grupo japonˆs ‚ se realmente o governo federal ir  prorrogar o prazo previsto para o fim da isen‡Æo fiscal, a partir de 2013.

Segundo o diretor-administrativo da empresa, Paulo Takeuchi, a Moto Honda j  avalia a possibilidade de instalar novas unidades este ano para compor a sua rede de fornecedores, a maior e mais diversificada do p¢lo de Manaus. “Esse projeto ainda est  em estudo. No momento, observamos a pol¡tica do novo presidente em rela‡Æo ao modelo. Queremos realmente ter a garantia que os incentivos fiscais e outras vantagens dadas …s empresas vÆo mesmo permanecer”, diz Takeuchi.

Japonesa tem maior capital externo
A Moto Honda conseguiu formar uma s¢lida rede de fornecedores trazendo diversas empresas do JapÆo. O adensamento da cadeia produtiva foi poss¡vel gra‡as a esse projeto que alavancou os neg¢cios do grupo japonˆs no PIM ao longo destes 36 anos.

A rede fornece cerca de 98% das pe‡as utilizadas para a montagem de motocicletas da f brica da marca em Manaus. O ¡ndice de nacionaliza‡Æo das motos est  pr¢ximo de 100%. Os fornecedores abastecem inclusive as unidades do grupo japonˆs nos Estados Unidos.
Para Takeuchi, a gestÆo da Suframa foi fundamental para a expansÆo da Moto Honda e de outras grandes empresas no p¢lo de Manaus. Ele admite, por‚m, que a autarquia vem perdendo for‡as nos £ltimos anos e deve restaurar a autonomia, principalmente tendo no governo central um presidente compromissado com as reivindica‡äes do setor. “A pol¡tica do PPB demonstra muito bem essa fragilidade”, diz o executivo.

A Moto Honda representa, hoje, 44,5% (n£meros da Suframa) do capital estrangeiro investido no p¢lo de Manaus. Ano passado, o p¢lo de duas rodas foi o terceiro maior exportador. Os investimentos japoneses sÆo diversificados, como foco no ramo de eletroeletr“nicos, qu¡mico, mecƒnico, componentes, inform tica e outros.

“Queremos realmente ter a garantia que os incentivos fiscais e outras vantagens dadas …s empresas vÆo mesmo permanecer”.Paulo Takeuchi