Honda: única fabricante nacional a cumprir totalmente o Promot 3 desde janeiro

Todos os modelos produzidos na fábrica de Manaus (AM) apresentam níveis de emissão de poluentes muito abaixo dos estabelecidos pela terceira fase do Promot

Sempre pioneira e seguindo o seu compromisso mundial de respeito ao meio ambiente, a Honda foi a primeira fabricante a lançar no mercado brasileiro, em 2008, motocicletas com níveis de emissão de poluentes expressivamente menores do que o estabelecido pelo Promot 3 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), legislação que entrou em vigor em 2009.

Apesar da prorrogação, no início do ano, da licença concedida pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) para produção e importação de motocicletas adaptadas à norma anterior (Promot 2), a Honda manteve sua decisão de produzir, a partir de 1º de janeiro, exclusivamente motocicletas adequadas ao Promot 3.

Desta maneira, a empresa novamente não se beneficiará com a recente prorrogação do prazo para comercialização à rede de modelos Promot 2. As motocicletas Honda que não atendiam à nova fase da legislação foram descontinuadas em 31 de dezembro de 2008.

Vale lembrar que o Promot 3 espelha-se na rígida legislação de emissões do mercado europeu, denominada Euro 3.

Novas tecnologias – Além das atualizações tecnológicas realizadas em todos os modelos para que atendessem ao Promot 3, a Honda lançou recentemente a CG 150 Titan Mix – primeira motocicleta do mundo movida tanto a álcool quanto a gasolina e que apresenta níveis de emissões ainda mais baixos que a CG 150 Titan a gasolina. Abastecida com álcool, a motocicleta emite 82% menos hidrocarbonetos e 77% menos monóxido de carbono do que o estabelecido pelo Promot 3.

Enquanto Pop 100 e CG 125 Fan ganharam catalisadores, Biz 125, CG 150 Titan, NXR 150 Bros, CB 600F Hornet e Shadow 750 receberam, além do catalisador, sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection), de maneira que todos os modelos passaram a atender, com folga, a nova legislação.

Além da redução da emissão de gases poluentes, a adoção da injeção eletrônica contribuiu para melhor desempenho e maior economia de combustível nas motocicletas da marca.