Inspeção técnica veicular é oportunidade de bons negócios para o reparador

Mastra Escapamentos e Catalisadores alerta que a inspeção veicular exigirá cada vez mais preparo dos centros automotivos e reparadores

O início da Inspeção Técnica Veicular para veículos leves, que se inicia na capital paulista em 2009, é uma ótima oportunidade para os centros automotivos oferecerem um serviço de qualidade na realização da manutenção preventiva e na troca de sistemas de exaustão que estão fora dos padrões preconizados pelas leis de emissões.

Hoje 23% da frota circulante necessita de algum reparo ou estaria sem condições de circular por apresentarem algum defeito grave nos sistemas de segurança ou emissão de poluentes. Em São Paulo, isto representa cerca de 1.380.00 veículos com necessidade de manutenção. Segundo dados do Instituto Brasileiro Veicular (IBV), veículos com mais de 5 anos de uso possuem 42% de chance de serem reprovados em uma inspeção. A Costa Rica, país da América Central, realiza a inspeção veicular desde 2003. No ano em que a inspeção iniciou-se o índice de reprovação da frota chegou a quase 72%. Em 2007, o índice ainda é de 49,91%.

A inspeção visual, primeira parte da avaliação, pode reprovar alterações ou adaptações no sistema de escapamento. É importante ressaltar que o objetivo principal da inspeção é a aferição do índice de emissão de poluentes, que exige do veículo o perfeito funcionamento do catalisador.

Sua retirada ou o uso de um catalisador falso ampliam o consumo em até 10%, ou seja, para um veículo que roda 20.000 km por ano, a economia pode chegar a R$ 500,00. Outros problemas para o proprietário é o desgaste prematuro do motor e do sistema de injeção, além do arraste de óleo e a alteração nos níveis de contra-pressão do motor. O veículo que não realizar a inspeção, não poderá ser licenciado no ano seguinte e estará sujeito a multa no valor de R$ 550,00. Carros com defeitos mecânicos, além de poluir em excesso, o que pode causar diversas doenças respiratórias e cardíacas na população, provocam congestionamentos e acidentes graves.

“A Mastra está atenta a estas exigências da inspeção e orienta os reparadores sobre a importância da originalidade do escapamento e catalisador na aprovação do veículo”, afirma Paulo Cesar Zovico, Gerente Comercial da Mastra, fabricante de Escapamentos e Catalisadores.

O cronograma da Inspeção Técnica Veicular (ITV) na capital paulista, para veículos que não são movidos a diesel, começa no dia 1º de fevereiro. A partir de 2009, todos os veículos a diesel, gasolina, álcool e gás natural, deverão passar pela Inspeção Técnica Veicular (ITV).

Quando trocar o catalisador
Um catalisador genuíno, que vem no veículo novo, tem durabilidade mínima de 80 mil quilômetros. Trincas, quebras, derretimento e entupimento da cerâmica também são sinais para a troca imediata, além da não conversão dos gases. Os catalisadores para o mercado de reposição têm durabilidade mínima de 40 mil quilômetros conforme regulamentação do CONAMA. A verificação deve ser feita por profissionais especializados em oficinas e centros automotivos.

Quando trocar o escapamento
O escapamento deve ser substituído quando o proprietário notar alterações no nível de ruído do veículo, caracterizado por sopros de gases, chocalhos no catalisador, som estridente, ressonâncias ao trocar marchas, entre outras. É recomendável checar o sistema de escape quando o motorista perceber que o veículo está com baixo rendimento (amarrado), ou com excesso de consumo de combustível.