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Parte 1 – Reclamação Suzuki

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“Pessoal bom dia. Preciso muito da ajuda de vocês, segue abaixo carta que enviei a Suzuki, com o fato ocorrido. A carta é meio grande mais o assunto é muito grave. Bom dia. Na ultima segunda feira, 06/09/2010, levei minha moto GSX650-F para fazer a revisão de 1000Km na concessionária citada acima, com a .S0005898. A moto ficou na concessionária a tarde toda, das 11:48Hrs as 17:45Hrs. Para minha surpresa, quando fui buscar a moto, percebi diversos problemas, sendo eles: A moto havia rodado 10km dentro da oficina, A lâmpada de seta estava queimada (a moto entrou na oficina com todas as lâmpadas funcionando); Não foi feita nenhuma lubrificação na moto, nem nos
manetes, relação, NADA, Não calibraram pneus, nem regularam a relação, itens essenciais para se evitar acidentes graves, com risco de morte em uma moto de alto desempenho como essa, Me entregaram a moto toda molhada, fui obrigado a secar o banco da moto com minha própria calça, A moto estava MOLHADA e não LAVADA, apenas molharam ela, o que a deixou toda marcada por causa da poeira que tinha sobre ela, Chegando em casa, descobri a pior parte desta “revisão”, acredite se puder (eu tenho as fotos para provar), o motor da moto esta SEM ÓLEO, isso mesmo, sem óleo, a única coisa que tem dentro do motor é um pouco de óleo PRETO, provavelmente algo que sobrou do óleo antigo. Quando resolvi comprar uma moto Suzuki, no valor de R$30.000,00 o que é mais caro que qualquer carro popular vendido atualmente no pais, e depois, levar minha moto em uma concessionária autorizada Suzuki e receber este tipo de tratamento fico sem reação. Me sinto totalmente lesado pois eu paguei por esse serviço R$150,00 (R$ 75,00 por um óleo que não recebi e R$ 75,00 por um filtro de óleo que nem tenho a certeza que foi trocado), além do repasse que a Suzuki fará a loja por esta revisão no valor de R$230,00. Quero uma garantia da fabrica que esse incidente não danificou permanentemente minha moto, um documento da concessionária se responsabilizando por eventuais multas neste dia e horário em que a moto ficou na oficina, alem de algum motivo para acreditar que isso nunca mais ocorrerá e que a Suzuki do Brasil cumprirá o papel dela, punirá esta concessionaria e me prove que não devo vender minha moto, comprar uma de uma outra marca concorrente para evitar que isso
ocorra novamente. “ Marco Villan (26), Sumaré – SP

O leitor nos enviou novo e-mail relatando conversa por telefone com o proprietário da concessionária Sr. Cecílio e depois com os mecânicos que estiveram em sua residência. O inteiro teor desse e-mail não é edificante e foi repassado para a Concessionária que nada negou, segue trecho final:

“Uma hora depois apareceram 2 técnicos da concessionária em casa, um se apresentou com Marcio ou Mauricio, chefe de oficina, o outro nem se apresentou.

Os dois olharam a moto e disseram que está tudo certo.

Questionei sobre os seguintes itens ao chefe da oficina e ele me deu as seguintes respostas:

Seta que não funciona:
R: Era um plug desconectado, ou seja, desleixo do mecânico.

Relação sem lubrificação a cada 1000km como manda o manual.
R: A relação não precisa ser lubrificada

Calibragem dos pneus e regulagem da relação com manda o manual.
R: Estes itens não precisam ser verificados.

Moto molhada e não lavada.
R: Este item não faz parte da revisão.

Nível do óleo do motor como manda o manual.
R: O nível esta correto.

Cor do óleo atual diferente da cor do óleo original de fabrica.
R: O óleo original de fabrica é o BR, muito claro e não presta. Este óleo que foi colocado é o MOTUL, é mais escuro porém muito melhor.

André, pelo visto a Feltrin precisa dar um curso de treinamento aos Eng.s da Suzuki, pois o manual do proprietário, segundo eles, esta todo errado.

Não gostaria de prolongar mais ainda este assunto, queria apenas que a Suzuki disponibilizasse uma nova revisão de 1000Km na concessionária Daruhj de Americana-S.P, por conta da fabrica ou que a Suzuki faça a Feltrin devolver meu dinheiro, pois na Feltrin eu nunca mais piso, ligo, mando email ou muito menos recomendo. Att. Marco Villan”

Acesse o link abaixo e leia a parte 2: