Pilotos fazem ajustes na “folga” do Paris-Dakar

Uma parada “providencial” em Bobo-Dioulasso, capital de Burkina Fasso para os competidores e organiza‡Æo; esta foi a opiniÆo da maioria dos participantes da 26¦ edi‡Æo do Rali Paris-Dacar, que est  sendo considerada uma das mais dif¡ceis dos £ltimos anos.

Do total de 411 ve¡culos que largaram, somente 169 continuam na prova e esse n£mero poder  ainda ser menor, nesta ter‡a-feira, quando a disputa continuar. Com o cancelamento da 10¦ e 11¦ etapas do rali, por razäes de seguran‡a, os competidores estÆo descansando desde s bado.

E neste domungo e amanhÆ, segunda feira, aproveitarÆo a folga, para fazer os £ltimos ajustes nos ve¡culos. Ap¢s a nona etapa, a maior de todo rali, 736 quil“metros, entre as cidades de Tidjika e N‚ma, na Mauritƒnia, apenas 76 motos, 55 carros e 38 caminhäes cruzaram a linha de chegada. Esse n£mero poder  ser reduzido j  que 19 motos, 17 carros e 15 caminhäes estouraram o tempo de 20 horas concedidos para a etapa e foram penalizados em 21 horas no Geral.

Para Jean Azevedo, que vem sentindo dores no ombros, por causa uma contusÆo, a parada “caiu do c‚u”. Ele est  em 15§ na classifica‡Æo geral nas motos e vem tomando analg‚sicos para prosseguir na disputa. J  Klever Kolberg e Lourival Roldan, nos carros, acharam que o cancelamento das duas etapas os prejudicou. Ap¢s nove etapas, eles estÆo em 9§ na classifica‡Æo geral.

“O Dacar 2004 est  sendo muito dif¡cil e a experiˆncia de pilotagem neste tipo de competi‡Æo est  contando bastante”, disse Kolberg. “Por isso achamos que poder¡amos ampliar a vantagem ou at‚ mesmo subir posi‡äes na classifica‡Æo geral, embora o nosso resultado esteja acima das expectativas.”

Nesta ter‡a a competi‡Æo ser  retomada e os competidores vÆo percorrer 666 quil“metros, sendo 213 quil“metros cronometrados, entre Bobo-Dioulasso e Bamako, capital do Mali. Nos caminhäes, os vice-l¡deres Andr‚ Azevedo e seus companheiros checos Tomas Tomecek e Mira Martinec tentarÆo diminuir a desvantagem de 58min41 para os russos Vladimir Tchaguine, Semion Yakoubov e Serguei Savostine.