Repercusssão ao Projeto de Lei que proibie motocicletas de 125cc

Repercusssão ao Projeto de Lei que proibie motocicletas de 125cc

Repercusssão ao Projeto de Lei que proibie motocicletas de 125cc

Alô André – Referente a proibição do trânsito de motos em rodovias: Eles tem que mudar as leis de trânsito também, já que a velocidade mínima em qualquer rodovia do país é a metade da máxima. Neste caso, em que eles se baseiam para essa proibição. E mais, qualquer “125”anda tranquilamente a 80 km/h numa estrada. Então eles deveriam proibir, também, as Brasilias, Chevettes, Corcel, Fiat 147, Fuscas, caminhões Feneme, Mercedinhos, carroças, todos eles, muitas vezes caindo aos pedaços, de também trafegarem nas estradas. Pão, pão. Queijo, queijo. Gilberto Ferreira, Osório – RS

Boa Tarde! Referente ao assunto do projeto de lei de proíbição de motos abaixo de 125cc, sei que não serei o único a dizer. Se nossas rodovias o máximo é 80Km/h, uma moto abaixo de 125cc anda nesses padrões, logo está dentro do CTB (Código de Trânsito Brasileiro). Não estou divulgando qual artigo que seria, pois meu pc esta bixado e não consigo abrir o artigo. Agora veja, como que um Deputado Federal, com tantos outros assuntos e problemas em nosso país que merece uma atenção para o crescimento e desenvolvimento de maneira positiva, fica se preocupando com essas leis ai. Claro, na estrada ninguém respeita os limites máximos, são poucos que respeitam, mas uma moto de baixa cc tem o suficiente para trafegar dentro da lei, que é o que importa. Se alguns motoristas tomem sustos, sinal que existe imprudência e desrespeito ao trânsito brasileiro, que por sinal é o mais bem elaborado do mundo, pena não ser respeitado de tal maneira! Abraço a todos! Rafael Tambosi, Campo Grande – MS

O projeto do deputado Waldir Neves apresenta o típico problema das leis no Br. São fáceis de burlar. Obviamente as fábricas vão lançar versões 126 cc ou qq capacidade cúbica que ultrapasse o limite apenas para reenquadrar a moto. Isso me lembra que antigamente havia categoria de habilitação para moto com limite até e acima de 125 cc. Bastava fazer a prova com uma RD 135 ou Dt 180, Aero 150 e assim v. conseguia a habilitação para pilotar qualquer moto. KLinger Zeferino, Maringá -PR

Olá pessoal do Motonline. Lendo o PL 4701/2009 fiquei absmado. Será que esse deputado não chegou nem se quer a ler o código de trânsito brasileiro ? Se eu estou em sã conciência (não sei se a conciência ainda tem assento, se tiver o assento não fica no plenário), até o ponto que sei, as placas limitam a velocidade MÁXIMA, e não a velocidade cruzeiro. Se os motoristas andam na velocidade máxima ou acima delas, a culpa não é das 125cc, e sim dos seus condutores, pois em uma rodovia de velocidade máxima de 110km uma 125cc mantém facilmente a metade dela (exigida por lei). Outra coisa, e quanto as antigas 125cc 2 T ? Elas não tem capacidade, ou agora cilindrada virou potência? Sou a favor de proíbirem sim motos em má estado de conservação, essas sim causam perigo. Mas caso essa lei entre em vigor, como motociclista de moto de maior cilindrada, vou ser a favor de proibirem carro 1000 de circularem em rodovias, pois eles me “atrapalham”, principalmente nas subidas e causam perigo para min, não é ? Para o senhor deputado não será problema, pois tenho certeza que não tem uma moto 125cc e muito menos um carro 1000 ! Lucas Marangon, Birigui – SP

Se o nobre Deputado está assustado, nós motociclistas estamos APAVORADOS, sim, apavorados com o descaso a envolver as inumeras vitimas potenciais e efetivas de acidente de transito na condução de motocicletas. Caro Deputado, a intenção no caso é boa, mas o problema maior não está na cilindrada ou potencia das motos, o problema maior é a cara de pau (lustrada) que tem nossas autoridades, municipais e estaduais quando ficam diante do numero crescente de acidentes que estão vitimando nossos jovens,na sua maioria, inexperientes, inconsequentes, audazes e despreparados para o convivio diario nas ruas de nossas cidades, em especial São Paulo. A cara de pau dos administradores a que me refiro, ressurge ao destacarem apenas as motos como problema, esquecem que temos cada vez mais automoveis, e cada vez menos transporte publico decente.Assim fica facil, deixam os jovens morrendo numa verdadeira carnificina, aumentasse o DPVAT de forma vergonhosa como se fossem só as motos as responsaveis pelos acidentes, e por fim, não se fala em alternativas, tanto em nivel urbano como nas estradas. Para que criar alternativa paralela nas estradas pedagiadas ou não? Para que criar faixas exclusivas para as motos? Afinal, no dia que isto acontecer o Poder Publico verá seu sistema de transporte publico sangrar, com mais e mais pessoas optando pelas motos. Para fechar: para que ciclovias? tudo isso dá muito trabalho, então a solução é culpar o motociclista ou ciclista que tem coragem de enfrentar esse transito de doido, que só serve para engordas as estatisticas e os bolsos destas administrações vergonhosas. Edson, Diadema – SP

Mais uma vez a respeito da proibição das motos em estradas. Na resposta que a assessoria do deputado deu ao motonliner Fernando Oliveira Lopes, parece que tudo o que ele comentou entrou e por um ouvido e saiu por outro. Já viajei por vario estados do Brasil, ultimamente com uma tdm 225, mantenho uma média de viagem de 100 por hora, em estradas que o limite para caminhões é de 100 por hora, mas 90% deles me ultrapassam. então são as motos que são fracas ou os veiculos maiores que não respeitam o limite de velocidade? Aposto que o desilustre deputado só circula de carro oficial pago por nós, e nunca chegou perto de algum motociclista que ele deve chamar de motoqueiro. A resposta da assessoria mostra uma soberba e uma presunção terrivis, ou seja, ele não vai mudar de ideia. E o pior disto é que ele vai, pra variar, prejudicar os mais pobres. Para variar a corda vai rebentar do lado do mais fraco. Nós temos que berrar, não podemos ficar quietos. Abraço José Inácio – Pelotas, RS

resposta na parte 2, continua…