Foto: Rodovia entre Ponta  Grossa e Curitiba

Segurança nas rodovias, fatos verídicos, culpa de acidentes

Foto: Rodovia entre Ponta  Grossa e Curitiba

Foto: Rodovia entre Ponta Grossa e Curitiba

Para o Marcos Roberto Silva sobre 12/8/2008 – Rodovia entre Ponta Grossa e Curitiba está entre as melhores do Brasil so tenho uma coisa a acrecentar a rodovia realmente é perfeita mais peca em duas coisas ainda.: 1) guardrail assassinos nas curvas 2) faixas e pintura de avisos no asfalto usando tinta que quando molhada pela chuva vira um sabao e ate uns avisos de velocidade que tomam a pista de lado a lado na tomada de curvas tirando esses 2 pequenos detalhes a estrada sim é perfeita. josé eduardo, Curitiba, PR
– José Eduardo, você tem razão. Quando ver, ler ou ouvir que rodovia”x” ou “y” é muito boa ou excelente, não se esqueça que é para veículos de quatro rodas. Nenhuma rodovia no Brasil está, devidamente, preparada para receber motocicletas. A imprensa especializada vêm tentando discutir esse assunto, mas infelizmente, não pegou ainda. No meu ponto de vista o país que pensa na segurança urbana e rodoviárias para motociclistas é Espanha, estamos anos luz de distância da nação Ibérica.
abraço e lembre-se, mesmo numa excelente rodovia, ande equipado.

Foto: ... é o primo do Tetris ... (JT)

Foto: ... é o primo do Tetris ... (JT)

Olá pessoal! O primo do Tetris é um péssimo exemplo! Está sem capacete, jaqueta, calças, luvas ou botas! Numa eventual queda ele pode ficar com a pele toda ralada ou sofrer uma fratura exposta, hehehe! Abraços nipônicos. Nishimura(43), Gunma-ken – Japão
– Nishimura, concordo com você, mas essa radiografia é do nosso irmão João Tadeu que anda sempre equipado, num momento de discontração, só pra pose.Banzai aos irmãos nipônicos.

Nao concordo que o numero de acidentes no transito seja causado pela circulaçao de mototaxistas pois nao ha dados oficias sobre essa afirmaçao sendo que os mesmos sao preparados para exercer tal funçao. Portanto nao vinculem essa inverdade…..guilherme cruz (37), Campo Grande, MS
– Guilherme, não fizemos tal afirmação. Na matéria “Por mais dignidade e segurança no trabalho diário com motos” de M. Barthô publicado em 18/06/2008 e na matéria “Moto-táxi: uma solução?” de Edson Lobo, publicada em 23/09/2007, se discute o problema, mas não aponta culpados. grande abraço e ande equipado.

Olá. Percebi uma incoerência no site, acham que seria obrigatório pilotar de luva, calça, jaqueta, etc. Por outro lado acham que a lei seca é demagogia. Nos EUA não tem lei seca é verdade, e ainda há Estados onde nem é obrigatório usar capacete. No Brasil pra funcionar, só obrigando. A lei seca é exagerada sim, mas pelo menos está funcionando. Ainda, vcs acham que uma pessoa que toma uma cerveja consegue pilotar com total segurança?Abraço, Lauri Mayer (29), Pelotas,RS
– Lauri, ouso discordar de você, pois o texto busca debater o tema, orientar o público e mostrar algumas possibilidades do cidadão de bem que bebe socialmente, ser pego no bafômetro. A grande diferença da lei anterior que já era rígida para a lei de tolerância zero, é que a segunda está havendo sua aplicação por meio de fiscalização, algo que na primeira não ocorria. Se houvesse fiscalização na primeira, separaria o joio do trigo, ou seja, quem bebe socialmente dos alcoolatras inconseqüentes, sem o aumento da corrupção. No final do texto eu afirmo que quando piloto me imponho tolerância zero. Portanto não vejo incoerência, respeitando o livre arbítrio das pessoas quanto a bebida. Bebendo socialmente ou nada bebendo, a utilização de equipamento é uma cláusula sine qua non. por enquanto no meu humilde ponto de vista.
Grande abraço e equipamento não é só capacete.

André, quem reclama do uso de equipamentos de segurança nunca caiu; se caiu, e continua achando isso coisa de “coxinha”, ou tem pouca >>inteligência ou “apoteose mental”. Depois reclama que o Seguro obrigatório ficou caro. rogerio duran Appolinario rodrigues (41) São Paulo, SP
– Rogério, você está coberto de razão. Mas um dia, a galera do contra, acorda! Por bem (próprio consciência ou obrigatoriedade da lei) ou por mal (após um acidente). grande abraço e ajude a disseminar o pensamento pelo uso de equipamento.

E tem gente achando que andar equipado é perda de tempo e dinheiro. Eu estava com minha saudoza e corajosa Kasinski Comet 250 correndo em Interlagos, totalmente equipado, bota, luva, jaqueta, calça, protetar de coluna e, claro, capacete afivelado e viseira fechada. Era
dezembro, quase natal, o sol era tão forte q fritava ovo no asfalto, mesmo em velocidade não refrescava. Mas, na freada do final da reta dos boxes, errei o ponto e não fiz a primeira curva do S do Senna, comprei um terreninho ali mesmo. eu estava lento, 60 km/h, saí ileso, sem nada, as o fotografo que me fotografou me mostrou as fotos, o tombo poderia ter sido pior se eu estivesse só de capacete. Sugiro sempre andar equipado, mesmo no calor do dia a dia das ruas. Um autodromo é imensamente mais seguro. Não tem poste, não tem meio fio, não tem caminhão, ônibus, outros carros, outras motos, árvores, tijolos de sinalização, faixas escorregadias, bueiros, etc. Abraços, o site continua nota 1000. Eduardo (40) Sampa City
– Eduardo, asfalto é asfalto, quer seja no autódromo, quer seja na rua ou rodovia!!Sua narrativa é mais um exemplo dentre outros da importância de utilização de equipamentos. Viu a foto destaque de 12/08/2008? Quem viu, não acredita que só tive uma luxação no joelho direito. abração e use sua experiência para convencimento.

Prezado André parabéns pelo site e por discutir a segurança do motociclismo. Piloto moto a 28 anos. Nestes anos somente dois tombos, em
ambos somente escoriações no joelho pois sempre estou equipado. Só gostaria de ressaltar que no segundo tombo, tive a certeza que não é qualquer capacete, mas sim, capacete fechado, pois se estivesse com um aberto, mesmo de marca, tinha quebrado o maxilar, dentes e etc. E já vi isto acontecer. Ao invés de exigir selo no INMETRO e faixas reflexivas, deveria sim, exigir o uso obrigatório de capacete fechado. Um grande abraço e longa vida a todos os motociclistas. Sergey Araújo (44), Balneário Camboriu, SC
– Sergey obrigado pelo apoio e incentivo. Concordo com você em gênero, número e grau. É uma aberração a exigência de adesivo reflexivo, sob o argumento para aumento de segunrança. Não parece piada de português?? Mas o português, somos nós!! Aliás, um deputado de Portugal afirmou aqui no site, que o famigerado adesivo foi abolido em Portugal porque concluíram que o farol baixo (não lanterna) não atinge a cabeça do piloto sobre a moto. E o CTB (código de trânsito brasileiro) é claro, proibindo os veículos de trafegarem com luz alta, única maneira do adesivo cumprir seu “pretenso” papel. Abraço e continue pilotando equipado, dando exemplo e convencendo outros motociclistas / motoqueiros.