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Suzane volta às pistas para correr na Superbike

Desde 2003 se dedica a formar novos pilotos e melhores motoristas em seu centro de treinamento. Há dois anos Suzane assumiu o trabalho de jornalista testando carros e motos para diversos veículos de comunicação. Assim ela voltou a pilotar motos em autódromos. Os convites para participar de corridas logo começaram a surgir e com saudades de  competir, foi difícil para ela recusar.
Ela fez 4 cursos de pilotagem para voltar às pistas de competição

Ela fez 4 cursos de pilotagem para voltar às pistas de competição

“Vou correr na categoria Superbike com motos de 1000 cilindradas e estou me preparando para estrear bem. Tenho moto há 25 anos e mais de 1 milhão e meio de quilômetros rodados, mas sempre em ruas e estradas”, conta Suzane. Ela conta também que fez 4 cursos de pilotagem. “O do Cerciari, do Tite, do Alex Barros e do Tinho, pois estava preocupada em aprender bem a técnica para pilotar moto na pista, já que não tem nada a ver com o que é pilotar um carro nem com andar de moto na estrada”, explica. “Agora preciso treinar para tirar os vícios e ganhar experiência”, complementa.

Os fabricantes de equipamentos para motociclistas TUTTO MOTO e de capacetes SHOEI são as primeiras empresas a apoiarem Suzane, que negocia com outras empresas mais apoios e patrocínios. Suzane avisa que as empresas que entrarem no projeto com ela poderão aproveitar sua imagem para campanhas educacionais ao trânsito, que é o que ela faz em seu Centro de Treinamento.

Das 4 para as 2 rodas: Suzane treina forte para não desapontar os fãs

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É comum ver um piloto de motociclismo passar das duas para as quatro rodas.  Mas o contrário, é raro.  E este foi o caminho escolhido pela piloto de automobilismo Suzane Carvalho.

Há 22 anos Suzane entrou para o mundo do automobilismo de competição.  Foi a primeira mulher brasileira a correr de carro na Europa e na América do Norte, e ganhou diversos campeonatos, sendo os principais deles os Campeonatos Brasileiro e Sul-americano de Fórmula 3, em 1992, o que lhe rendeu incursão no Guinness Book e na Enciclopédia Barsa, e direito a tirar a Super-Licença para correr na Fórmula 1, de onde teve convites.  E é até hoje a única mulher no mundo a ter ganho um campeonato na modalidade.