Utilização de equipamentos,  dura realidade

Utilização de equipamentos, dura realidade

Utilização de equipamentos,  dura realidade

Perfeita a observação do André de que, se passarmos a usar equipamentos rotineiramente, logo o corpo e o cérecbro se acostumam e passa-se a sentir um sensação de desconforto e insegurança quando não usa. Eu passei por estas
sensações. No começo, por exemplo, achava um martírio usar luvas no verão. Mas agora não consigo me sentir seguro pilotando sem elas. Sentir o vento nas mãos parece que gera um sensação de exposição e fragilidade. O mesmo
vale para as roupas. Se tento pilotar de camiseta, ou bermuda, ou tênis; a
sensção do vento no corpo gera o mesmo desconforto. Pra quem não consegue
entender, a sensação é a mesma de se pilotar sem capacete. O vento no rosto é uma das melhores sensações que a motocicleta proporciona, mas o vento na cabeça toda, sem capacete, gera uma sensação de insegurança e fragilidade. Isso tudo só pra explicar que, se insistirmos em pilotar sempre equipado, logo o corpo de acostuma e sente falta quando não se usa. Josué Nunes, São Leopoldo,RS

R: Josué obrigado pelos elogios que nos credencia a continuarmos. Obrigado pelo relato, mas pilote equipado, mesmo num calor sahaariano.
Abraço

Concordo com o Gustavo. Acho que André Garcia não vive na realidade do nosso País, os comentários do mesmo são para motociclistas que possuem motos assima dos trinta mil reais que podem gastar muito dinheiro com equipamentos caríssimos e que só usam motos em finais de semana (os motociclistas domingueiros)duvido que um motociclista do dia a dia (na maioria donos de titan)conduza sua moto indo ao trabalho com a roupa que o ofício exija, vá todo equipado, só faço uso dos equipamentos que me proporcionam conforto tipo bota, capacete calças jeans pois sou gordinho e suo muito, muitos equipamentos me traria desconforto tirando minha concentração podendo causar um acidente. Então no dia que acontecer um acidente comigo será uma fatalidade e não negligência. UM ABRAÇO A TODOS. André Luiz Teixeira(35), Recife, PE

R: Chará. A realidade é dura e a conheço sim. Também sofro com as gordurinhas a mais, mas ando equipado sim, inclusive com protetor de coluna. Transpirar faz parte. Como diz meu amigo Joõ Tadeu: “O André Garcia nõ transpira, derrete.” E no calor é dureza “fazer fórum”. Segurança em motociclismo não existe meio termo. Nós do motonline mostramos e discutimos o caminho. Agora cada um tem livre arbítrio. Da mesma forma que temos moto de 100cc e de1300cc, ficando a critério do bolso comprar uma ou outra, há equipamentos para todos os bolsos, atendendo exigências mínimas de qualidade. Tudo é uma questão de objetivo. Não acredito em fatalidade, mas em erro por negligência, imprudência ou imperícia. Mas lembre-se de um detalhe não estamos sozinhos no trânsito.abraço e ande equipado, afinal não adianta ter razão com uma lesão.

Parabéns pela campanha a favor do uso de equipamentos de
segurança. Li aqui no site um elogio ao teste de 33000km com a twister e uma
crítica aos testes publicados pelos pilotos de teste profissionais. Da minha
parte, sou inteiramente a favor da publicação de testes feitos por usuários
comuns, tanto que acho também que o montonline tem todos os pre-requisitos
para ser o pioneiro nesta prática que, com certeza, atrairia muitos leitores.De minha parte,posso lhes enviar meu “teste de 28000km com a CG 150ESD,Obrigado e boa sorte. Andemos equipados SEMPRE!!!!! Jorge Luiz Ferreira Lima, Ipu, CE

R: Jorge obrigado pelos elogios e estamos nessa linha.A coluna Motoclubes & Motonliners está aberto para os leitores. Mande seu texto. Mas tenha paciência, pois a publicação não acontece de imediato existe uma longa pauta.
Abraço e equipamento não é só capacete.