Zero, a motocicleta do futuro, hoje no Brasil

Zero, a motocicleta do futuro, hoje no Brasil

Zero, a motocicleta do futuro, hoje no Brasil

Primeira motocicleta elétrica e automárica, com desempenho comparável às a gasolina

O Grupo Izzo lança no Brasil a ZERO, primeira motocicleta elétrica e com transmissão automática comercializada no Brasil. Produzidos na Califórnia desde abril do ano passado, os modelos ZERO DS, S, MX e X têm desempenho comparável às convencionais movidas a gasolina, com diferenciais importantes como emissões zero de poluentes e ruídos, manobrabilidade superior, autonomia de até 80 quilômetros e recarga em cerca de duas horas em quaisquer tomadas de 110 ou 220 Volts.

“A propulsão elétrica é o futuro dos veículos automotores em todo o mundo. Essa realidade foi comprovada no Salão do Automóvel de Frankfurt, realizado em setembro, quando todas as grandes montadoras apresentaram modelos híbridos e elétricos, vários já comercializados. Agora, aqui no Brasil, lançamos a ZERO, uma moto com desempenho surpreendente e indicada para todas as aplicações, desde o uso urbano até o fora-de-estrada, passando pelo uso misto”, destaca Paulo Izzo, diretor-presidente do Grupo Izzo.

A ZERO foi projetada pelo engenheiro aeroespacial Neal Saiki e tem concepção completamente diferente de qualquer outra motocicleta. Utiliza em sua construção e no sistema de propulsão tecnologias aplicadas em veículos da Nasa, inclusive elétricos com potência de até 300 cv.

O sistema de propulsão é feito por uma bateria de ions de Lítio de 4 kWh (58 Volts @ 70Ah) ligada a um computador e um controlador que fornece a energia para o motor elétrico de magneto permanente com escovas, com potência de 31 cv e torque de 84,6 Nm. Graças à transmissão automática de apenas uma marcha, a motocicleta fornece torque e potência máximos todo o tempo, o que confere velocidade máxima de 90 km/h e aceleração e respostas comparáveis a um modelo convencional com motor a gasolina de 250 cm3.

Supermoto e trail – Os dois principais modelos da ZERO comercializados no Brasil serão a S e a DS. A S é uma supermoto típica, própria para o uso urbano ou em asfalto, com baixo centro de gravidade, o que torna a sua condução fácil e ágil. O modelo conta com carenagem frontal com farol em formato elíptico e painel analógico/digital. O motor tem potência de 31cv, possui quadro confeccionado em alumínio aeronáutico de alta performance e transmissão automática.

Um dos pontos altos do modelo é a suspensão. Na dianteira, amortecedor hidráulico invertido com curso de 203 mm e regulagem de compressão e retorno. Na traseira, balança de alumínio com 229 mm de curso e amortecedor a gás com regulagem de pré-carga e retorno. O sistema de freio conta com disco flutuante com pinça flutuante de dois pistões, na dianteira, e disco simples com pinça flutuante de um pistão, na traseira.

As rodas são raiadas, ambas com 16 polegadas de diâmetro e pneus 110/70 -16, na dianteira, e 140/70 -16, na traseira. A altura do selim é 902 mm e seu peso, 122,5 kg.

A ZERO DS é um modelo trail, para uso misto asfalto/fora-de-estrada. Possui as mesmas caracterísitcas mecânicas da S, com diferenças no design da carenagem dianteira (farol redondo), suspensão e rodas/pneus.

Pela sua aplicação, a suspensão possui amortecedor hidráulico invertido com curso de 254 mm e regulagem de compressão e retorno, na dianteira, e balança de alumínio com 229 mm de curso e amortecedor a gás com regulagem de pré-carga e retorno, na traseira. As rodas são raiadas com aro 17 de alumínio e pneu 3.25-17, na dianteira, e aro 16, com pneu 110/90-16, na traseira.

Para o fora-de-estrada
O Grupo Izzo vai comercializar também dois modelos para o fora-de-estrada (trilhas e motocross), as ZERO MX e X. As duas motos são extremamente leves, com peso de apenas 70,75 kg e 68,5 kg, respectivamente, e têm autonomia para 64 quilômetros ou duas horas. A grande vantagem é que, apesar da autonomia um pouco menor, a recarga da bateria é feita em pouco mais de uma hora. Os dois modelos dispõem, no painel de instrumentos, de um botão para seleção de potência e velocidade, com dois diferentes modos (econômico e esportivo).

O baixo peso e a elevada robustez são conseguidos graças à estrutura do quadro, feito em alumínio aeronáutico de alta resistência, com formato concebido pelo processo de hidroformagem (moldagem por jato d`água sob alta pressão em tubo de alumínio sem costura). Os dois modelos são equipados com motor elétrico de magneto permanente com escovas, que gera 23 cv de potência e torque de 67,6 Nm. Assim como as DS e S, a MX e X, têm transmissão automática e atingem 90 km/h.

As ZERO MX e X têm suspensão dianteira com amortecedor hidráulico invertido, curso de 203 mm e regulagem de compressão e retorno. Na traseira, balança de alumínio com 229 mm de curso e amortecedor a gás com regulagem de pré-carga e retorno. O sistema de freios possui disco simples com pinça de quatro pistões, na dianteira e na traseira.

As duas motocicletas se diferenciam pelas rodas e pneus. Enquanto a MX é equipada com rodas raiadas com aro de alumínio, de 19 polegadas e pneus 19×3, na dianteira, e 17 e pneus 17x 3,5, na traseira, a X possui aro 20 e pneu 20×3, na dianteira, e 17 na traseira, com pneus 17x 3,5.

Todas as motocicletas ZERO têm garantia total de dois anos, sem limite de quilometragem.