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Avaliação de Alexandre Langner em 06/04/2013

Avaliou moto Honda CBX 250 Twister 2008

Comentários:
Eu AMO essa moto, e particularmente, satisfaz meus desejos mais até que a CB300, além de achar a Twister mais bonita que a sucessora, com cara de moto, e não de formiga atômica do futuro, mas ai já e questão de gosto e cada um foi agraciado com o seu.
Pros:
Motor forte, viaja sem problemas e mantém velocidade de cruzeiro com facilidade, boa ciclística com uma pequena tendência a "escapar" a frente nos ataques de curvas mais ousados, nada que comprometa. É confortável, fiz uma viajem de 500km (umas 5hrs no mesmo dia, ida e volta do litoral, com direito a muitas curvas) e não cheguei tão destruído. Sem problemas com manutenção e caso precise a mesma é barata, como é uma Honda, acha peças em qualquer lugar com facilidade. Desde que comprei, só alegria. Se você não sentir necessidade de acelerar forte na cidade, ela se torna bastante econômica, o máx. que consegui foi 26km/l.
Contras:
Freio a tambor traseiro deixa muito a desejar, principalmente atacando algumas curvas por ai e com uma leve tendência a "escapar" a frente nessas curvas, mas como já disse, não chega a comprometer. O clássico barulho de corrente. E o consumo com o "cabo-enrolado", andando a uns 100 ou 110km/h fica em torno de 21 ou 22km/l, andando a 120km/h ou mais, o consumo pode chegar a 18km/l, e isso assusta um pouco, se for usar para viajar, atenção na autonomia que pode variar cerca de 100km (do mais econômico ao maior consumo).

Condições do Teste

Tempo de Uso
Menos de um ano
Tipo de Uso
Transporte
Terreno Testado
Estrada, Pista
Quilometragem
37000
Manutenção
Custo de Mantenção
5
4.5
4.5
5
5
4
5

Avaliação de Alexandre Langner em 06/04/2013

Avaliou moto Honda CBX 200 Strada 1999

Comentários:
A moto é ótima escolha comparando ás CGs, é barata e tem alguns benefícios a mais, adquiri uma 99 no ano de 2010 e enquanto ficou comigo, me serviu muito bem! Com toda certeza recomendaria ao calouro nesse mundo de duas rodas como sua primeira moto. Com um porém de verificar com carinho sua procedência e estado de conservação, para não entrar numa fria.
Pros:
Motor forte, torque muito bom mesmo em baixas RPMs, gostoso de viajar e com o comando por corrente, o motor não vai "arregando" com o tempo de viajem. Econômica, 28km/l ou mais. Manutenção é barata, tem alguns mimos pelo preço que se paga, como por exemplo, pedaleiras suspensas, partida elétrica, o farol possui ligação direta da bateria (não fica variando muito com a aceleração), marcador de combustível, tacômetro e isso se converte em CUSTO x BENEFÍCIO, principalmente comparada ás CGs. Pneus sem câmara são um diferencial junto com aos aros de liga.
Contras:
Tive um problema crônico com baixa de óleo, tem que ter muita atenção, VERIFIQUE CONSTANTEMENTE, principalmente se for viajar. A vibração incomoda um pouco em altas rotações. Barulho de corrente é melodia constante ao piloto. Tive também dificuldades em encontrar algumas peças, tome cuidado com os mecânicos "coloca de CG que fica bom!", não caia neste conto, quase sempre é gambiarra e furada na certa!

Condições do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Tipo de Uso
Transporte
Terreno Testado
Urbano, Estrada, Pista
Quilometragem
58000
Manutenção
Dentro do esperado
Custo de Mantenção
Baixo
4
4
4
4
3.5
4.5
5

Avaliação de Alexandre Langner em 05/02/2015

Avaliou moto Yamaha XTZ 250 Tenere 2011

Comentários:
Com a moto beirando os 18.ooo km, sinto-me confiante para escrever sobre a mesma e a recomendo, mas com ressalvas, explico: Quando escolhi esta moto me baseei em comentários encontrados em diversos sites, inclusive o Motonline, infelizmente isso me deu uma expectativa inflada sobre a Ténéré, não que os outros comentários não reflitam a realidade de cada um, longe disto, mas prefiro um texto mais objetivo e livre da paixão que nós motociclistas tanto sentimos por nossos brinquedos de gente grande. Diversas características da Tézinha me agradam como, por exemplo: o consumo, a autonomia, a proteção proporcionada pela bolha, o conforto das suspensões e sua aparência. Mas há outras características que me desagradaram, e muito. A insegurança que sua suspensão e freios passam, aliados ao fraco desempenho que ela apresenta em alta me ceifaram um prazer, o de sair com minha garota pelas rodovias paulistas. Pode ser exagerado, eu sei, mas é verdade, tanto é que no último ano rodei com ela apenas 1/3 do que andei com minha antiga Twister em igual período, fato constatado com certo espanto de minha parte. A baixa qualidade construtiva da mesma também me decepcionou, onde a Yamaha utilizou materiais baratos ao invés de investir em balanças e aros de alumínio, ou simplesmente uma pintura que protegesse as peças da corrosão. Como disse, para meu uso e minhas preferências esta moto ficou aquém do necessário, não sinto nem de longe a satisfação que sentia com minha Twister/08, mesmo a antiga sendo beberrona e com vazamentos no cabeçote. A Ténéré foi a moto que me fez decidir comprar um carro. Yamaha tem muito a melhorar, não é a toa que a Honda vende absurdos em terras tupiniquins.
Pros:
A Tézinha é muito econômica (28km/l em média na cidade), o que aliado a seu tanque de 16l garante autonomia para muitos quilômetros. O torque "em baixa" é muito bom, arranca com facilidade mesmo em subidas. Sua carenagem e bolha protegem o piloto de maneira muito satisfatória, impedindo o vento e a chuva com competência. A suspensão é bem macia e confortável, mas tem seu porém que explicarei nos "contras". Farol muito eficiente. Visual chama atenção tanto pela beleza quanto pelo porte de moto grande, dificilmente o motorista do carro à frente não te vê. Anda bem em estradas de terra batida, encara com competência uma trilha leve. Não teve manutenção pesada até o momento.
Contras:
---Características: *A moto é feita com matérias-prima de péssima qualidade que associadas a uma pintura ruim, culmina em inúmeros pontos de ferrugem. Tem na balança, no aro, nas hastes dos retrovisores, não sei quantos anos a moto aguentará sem derreter por completo. (não moro no litoral e nunca fui pra lá com ela). *Freios ineficazes, não confie neles, são borrachudos e de baixa potência. Em especial o dianteiro, o traseiro não é tão ruim. *Barulho estranho do motor, parece que está quebrado ou com algo solto lá dentro. *Banco impossível, se usar em viagens, prepare 500 Dilmas para trocar por um banco de verdade. *Aros de aço empenam facilmente. ---Agora os dois principais motivos da minha decepção: *Desempenho: muito fraquinha em altas quando se está com garupa, chega a ser perigoso nas rodovias paulistas onde o limite é de 120km/h, não tive coragem de colocar minha garota na garupa e pegar a estrada, o que fazia sem pensar quando tinha uma Twister. *Suspensão: embora muito macia e confortável, a traseira cede vergonhosamente quando se está com garupa, o guidom chega a perder o contato com o solo em uma arrancada ou troca de marcha em subidas, por exemplo, perigosíssimo. Isso que ela pesa uns 60 kg (ahh se ela me vê escrevendo isso, kkk). ---Problemas apresentados: *As sanfonas da suspensão rasgaram com cerca de 14mil km, problema que é facilmente resolvido substituindo por uma "Circuit" por cerca de R$ 80 Dilmas. *Vazamentos de óleo em uma junta do motor e na tampa do filtro.

Condições do Teste

Tempo de Uso
Mais de um ano
Tipo de Uso
Transporte
Terreno Testado
Urbano, Terra, Estrada, Pista
Quilometragem
18000
Manutenção
Fácil de encontrar
Custo de Mantenção
Normal
3.5
4.5
3.5
3.5
4.5
5
4