
A SOFC usa uma bicamada de platina e óxido de vanádio no anodo, permitindo que a célula continue operando sem combustível por até 14 vezes mais do que a SOFC de película fina que emprega apenas platina nos eletrodos e que após ficar sem combustível se mantém operacional por cerca de 15 segundos. Com as novas células, os cientistas de Harvard ampliaram este tempo para três minutos e 30 segundos. Este período de tempo poderá ser ainda mais ampliado com melhoramentos na composição do anodo com óxido de vanádio e platina. Os pesquisadores acham que isso acontecerá dentro de pouco tempo, com aplicações práticas dentro de dois anos.

Mais detalhes no jornal Nano Letters da Harvard University

