A Suzuki está desenvolvendo uma scooter a hidrogênio. A Burgman vai ser apresentada no Japan Mobility Show 2025, mostrando que a marca está se adaptando às novas tendências de criar veículos mais sustentáveis sem abrir mão da experiência de pilotagem.

Como funciona a scooter a hidrogênio
O hidrogênio fica armazenado em tanques especiais pressurizados, fabricados com materiais reforçados como fibra de carbono. Esses tanques são projetados para suportar altas pressões com segurança, sendo ao mesmo tempo leves e resistentes.
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A forma mais comum de usar o hidrogênio como combustível é através da célula de combustível, onde o hidrogênio reage com o oxigênio do ar em um processo eletroquímico. Essa reação gera eletricidade para mover o veículo, e o único subproduto liberado é vapor de água – ou seja, zero emissões poluentes.

Sobre a Burgman
A linha Burgman já esteve no Brasil por quase 20 anos, mas hoje não mais. No exterior a Suzuki Burgman tem uma versão Hybrid 2025 que é vendida principalmente no mercado asiático. A scooter híbrida utiliza a tecnologia Suzuki Eco Performance Alpha (SEP-α), que integra o sistema Engine Auto Stop-Start (EASS) e Silent Starter System. Com motor monocilíndrico de 124 cm³, potência de 8,5 cv e torque de 1,0 kgf.m, o destaque fica por conta do consumo impressionante de 52,6 km/l.
Embora não tenha propulsão elétrica direta, a tecnologia híbrida desliga automaticamente o motor em paradas curtas, reduzindo consumo e emissões. A scooter a hidrogênio é uma nova proposta sustentável, assim como a híbrida, pois é focada principalmente ao uso urbano.
