A Versys-X 300 se apresenta como uma opção as Sahara 300, Lander 250, Dafra NH 300 e nova Himalayan 450. E recentemente apresentamos 5 motivos para comprar a trail Kawasaki. Agora, chegou o momento de vermos 3 pontos que podem deixar a desejar no modelo.
1 – Rivais já são mais tecnológicas que a Versys-X 300 0km
A Kawasaki Versys-X 300 chegou ao mercado nacional discretamente, ainda em 2017. Desde então, a linha adventure da marca (Versys 650, Versys 1000) ganhou novidades. Porém, o modelo de 300cc seguiu como conhecido.

Nesse meio tempo, as principais rivais Honda Sahara 300 e Yamaha Lander 250 ganharam novidades. Ou seja, a moto da Kawasaki ainda não tem itens como iluminação de LED e painel com tecnologias mais modernas e conectividade – as concorrentes já tem!
2 – Concorrentes tem mais potencial trail
A Versys-X 300 se apresenta como uma boa opção no mercado. Porém, o modelo tem uma proposta mais focada no touring, se diferenciando das concorrentes Sahara 300, Lander 250 e mesmo a nova Royal Himalayan 450.

Em resumo, enquanto as rivais tem roda dianteira de 21 polegadas, a moto da Kawasaki tem 19 polegadas. Na traseira, as concorrentes tem conjunto com 18 polegadas, já a Versys tem 17 polegadas.
Isso também se reflete no curso de suspensão menor da Versys (130 mm na dianteira e 148 mm na traseira). Modelos como Sahara 300, Lander e Himalayan têm mais de 200 mm de curso nas rodas. Isso se reflete em uma maior capacidade de fora de estrada das rivais.
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3 – Mais potente, mas menos econômica
A Kawasaki Versys-X 300 é movida por um motor bicilíndrico paralelo, derivado da Ninja 300. Responsivo e mais potente que as concorrentes monocilíndricas (Sahara 300 e Lander 250), a unidade entrega potência de 39 cv a 11.500 rpm e torque de 2,7 kgfm a 10.000 rpm.
Porém, o fato de ser bicilíndrica também pesa na hora do consumo de combustível. O modelo faz médias na faixa dos 22 a 26 km/Litro. Não é “fim do mundo”, mas é um pouco menos do que o registrado acima dos 30 km por litro de motos como Sahara e Lander.

