Foto: Imagem do cotidiano no topo do Hospital das Clínicas em SP - Recepção a um acidentado grave.

Histórias verídicas de acidentes usando equipamentos

Foto: Imagem do cotidiano no topo do Hospital das Clínicas em SP - Recepção a um acidentado grave.

Foto: Imagem do cotidiano no topo do Hospital das Clínicas em SP - Recepção a um acidentado grave.

Parabéns pelo site gosto de tudo ,em especial da seção Cartas dos Leitores ,as vezes dou muita risadas com as perguntas e as criticas que vocês recebem “equipamentos de segurança” estou procurando um pé do meu tenis até hoje e olha que eu sofri o acidente a 16 anos atrás , ja ajudei a socorrer um motociclita que perdeu os dedos do pé pois o tenis pegou na estribo da moto e resgou o tenis cortando os dedos , isso sem contar o ralados , por estarem de camiseta , hoje pode estar o calor que for sempre vão me ver de jaqueta luva e bota , um abraço e mais uma vez parabéns pelo site. Uziel Ferreira Coelho (34), São Paulo, SP
– Uziel, agradecemos seus elogios. Seus comentários só vêm corroborar com o que defendemos. Grande abraço e continue dando exemplo, andando equipado.

Salve Andre! Que bom que teve poucos “estragos” em você no acidente. Passei por experiencia semelhante a 3 meses. Apenas uma dor no joelho em função da batida no asfalto. Mãos, braços, peito, pés e cabeça intactos, igualmente minha esposa. Estavamos completamente equipados. Nessas horas é que se vê o real valor do investimento em equipamentos! Abraço! Marcelo C. Botelho (32) Florianópolis, SC
– Marcelo, poucos estragos graças aos equipamentos, assim como você e sua esposa. Vou tentar publicar fotos da jaqueta e do capacete. Não bati os joelhos no chão, a luxação se deu pela torção, fazia curva pra esquerda e fui arremessado pra direita, quando tocado na traseira. Obrigado pela mensagem, grande abraço e continue dando exemplo, andando equipado.

Com relação ao uso de equipamento de segurança, quero dar um depoimento, sempre usei equipamente para viajar, andando na cidade no máximo jaqueta de couro quando fazia frio, a dois anos levei duas quedas em 3 meses, na 1ª levei uma fechada de um taxista (60 km/h), estava de luva racing, jaqueta de couro e botina, só tive uma luxação no pé, pois a moto caiu por cima dele, 10 dias com o pé imobilizado por segurança e estava novo. No segundo estava sem equipamento, numa ultrapassagem, a mais de 100km/h, em uma curva atropelei uma tijolinho refletor que dividia a pista e comprei um pedaço de afasto, resultado: dei trabalho para o pessoal do resgate, ralei os dois braços, joelhos, coxa direita, pé esquerdo (tenis saiu do pé), perdi inclusive toda a pele da palma da mão direita, fiquei 1 mês de licensa médica, e passei quase seis meses para fechar os ferimentos do joelho. hoje estou sem moto, mais quando compra outra andarei só equipado, eu sei o que sofri e não quero que ninguém passe pela mesma situação. Um abraço a todos! Adriano Moraes Mendonça Silva (35), Maceió, AL
– Adriano sinto imensa dor por sua história. Faça da sua experiência o exemplo para contribuir com o motociclismo mais seguro. Lembre seus amigos, parentes, novos motociclistas. Você teve a segunda chance. Espero que volte logo a andar de moto. Abraço