FEI busca o tricampeonato mundial em competição de bajas no Canadá

Disputa ocorrer  de 11 a 14 de junho, em Quebec, e reunir  mais de 120 equipes de diversos pa¡ses, em que a equipe da FEI levar  o baja Dipton, projetado e constru¡do pelos pr¢prios estudantes

SÆo Bernardo do Campo, 30 de abril de 2008 – Doze alunos do Centro Universit rio da FEI (Funda‡Æo Educacional Inaciana) embarcam em junho para o Canad  para repetir o ¢timo resultado do ano passado e trazer na bagagem de volta ao Brasil o tricampeonato da competi‡Æo Baja SAE Montreal, que acontecer  entre os dias 11 e 14 de junho, em Quebec. A disputa reunir  mais de 120 equipes de v rios pa¡ses. A equipe da FEI participar  por ter conquistado o primeiro lugar na competi‡Æo mundial do ano passado, a SAE Baja RIT, nos Estados Unidos. O Brasil tem trˆs t¡tulos no mundial, o primeiro com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em 1998, e dois deles com a FEI, em 2004 e 2007.

A equipe da FEI levar  para o Canad  o FEI Baja 1, conhecido como Dipton. O carro est  20% mais leve do que o baja que participou da SAE Baja RIT, que pesava 165 kg. Por isso, ganhou mais agilidade e menor consumo de combust¡vel. “Outra modifica‡Æo ‚ em rela‡Æo ao sistema de transmissÆo, que teve a caixa de redu‡Æo modificada”, conta o capitÆo e piloto da equipe, Pedro Luiz de Souza Pinto Filho, 22, estudante do 9§ ciclo de Engenharia Mecƒnica Automobil¡stica. Em 2007, o Dipton foi vice-campeÆo da Baja SAE BRASIL-PETROBRAS e campeÆo da Baja SAE Sudeste, realizadas, respectivamente em Piracicaba e SÆo Carlos, interior de SÆo Paulo.

Entre as inova‡äes, o carro tamb‚m possui sistema de rastreamento por GPS (Global Positioning System), desenvolvido pelos pr¢prios alunos, com apoio do IPEI (Instituto de Pesquisas e Estudos Industriais da FEI). Para aprimorar o desempenho do carro e garantir mais conforto ao piloto, os estudantes optaram pela implementa‡Æo de uma barra estabilizadora tamb‚m na suspensÆo traseira, que ‚ independente. O baja possui transmissÆo CVT (Continuosly Variable Transmission), dire‡Æo tipo pinhÆo/cremalheira, suspensÆo dianteira tipo duplo bra‡o triangular, freios a disco nas quatro rodas e carroceria de policarbonato. Atinge, em m‚dia, 55 km/h de velocidade m xima.

A disputa internacional tamb‚m possibilita que os alunos da FEI troquem experiˆncias com estudantes de v rios pa¡ses e mostrem que no Brasil a engenharia mecƒnica est  avan‡ada.  um aprendizado muito importante para os alunos, que proporciona, ainda, o relacionamento com estudantes de outras partes do mundo e a exposi‡Æo do talento brasileiro na  rea, destaca o professor e coordenador do curso de Engenharia Mecƒnica da FEI, Roberto Bortolussi.