Pirelli consolida a liderança na América Latina: vendas aumentam 20% para 2,2 bilhões de dólares em 2010

As vendas da área Nafta também cresceram em 2010 (+25% para 630 milhões de dólares). Está em andamento a construção da primeira fábrica do México, cuja produção inicia-se no segundo trimestre de 2012

Em 2010, a Pirelli consolidou a liderança no mercado latino-americano de pneus, tanto em participação de mercado como em resultado. No ano passado, as vendas na região alcançaram o patamar de 2,2 bilhões de dólares, um aumento de 20% em relação a 2009. Argentina e Brasil colaboraram com mais de 80% deste resultado. No período, a América Latina representou 34% das vendas da divisão mundial de pneus (percentual alinhado com o ano anterior), que totalizou 4,77 bilhões de euros (6,3 bilhões de dólares) em 2010 (+19.5% em relação a 2009).

As sete fábricas da região (uma na Argentina, cinco no Brasil e uma na Venezuela) produziram mais de 400 mil toneladas de pneus para carros de passeio, SUVs, vans, agricultura, veículos industriais, caminhões, ônibus e motocicletas. Este montante representa cerca de 40% da produção mundial da divisão de pneus.

Na América Latina, a Pirelli é, atualmente, a marca mais conhecida e respeitada entre os consumidores, as montadoras, além de outros parceiros, conforme denotam os mais de 20 prêmios recebidos pela fabricante de pneus. No ano passado, no Brasil, a Pirelli foi escolhida pelo sétimo ano consecutivo a marca top of mind dentro do segmento de pneus e, pelo segundo ano consecutivo, é a marca mais lembrada do público masculino dentre todas as categorias.

Conforme anunciado em 2010, a Pirelli irá investir 300 milhões de dólares nas fábricas instaladas no Brasil para o período de 2011 a 2013, visando aumento de capacidade produtiva e manutenção da liderança no País. Atualmente, as fábricas da Pirelli no Brasil respondem por 90% da produção na região. Deste total, mais de 35% são destinados à exportação, principalmente para os mercados da área NAFTA (Estados Unidos, Canadá e México), tanto para as montadoras (como GM, Ford, Mercedes, VW) quanto para a Rede Oficial de Revendedores.

Em 2010, a Pirelli respondeu por 36% da produção brasileira em toneladas de pneus. Um em cada dois automóveis de passeio e caminhonetes no Brasil saiu das linhas de montagem com pneus Pirelli. A vantagem sobre os concorrentes é ainda maior no mercado de motocicletas, em que a fabricante tem domínio absoluto.

Na Argentina, a Pirelli celebrou no ano passado um século de presença no país e anunciou investimentos de 100 milhões de dólares até 2013, que serão empregados principalmente para o aumento de capacidade de produção, melhorias tecnológicas e de qualidade.

Em 2010, a planta de Merlo contribuiu com praticamente 10% da produção da região e parte do que se produziu foi exportado para os demais países latino-americanos – principalmente para o Brasil, México, Paraguai e Chile – abastecendo tanto a demanda das montadoras quanto da Rede Oficial de Revendedores.

Na América Latina, para o período de 2011 a 2013, a Pirelli irá investir 40 milhões de dólares na proteção ao meio ambiente, saúde e segurança do trabalho.

O ano passado foi palco de um crescimento significativo para a região Nafta, que inclui os mercados dos Estados Unidos da América, do Canadá e do México. As vendas da Pirelli na região totalizaram 630 milhões de dólares, um aumento de 25% em relação a 2009, o equivalente a 10% das vendas totais da divisão mundial de pneus.

Com o objetivo de satisfazer à demanda crescente não apenas da América Latina mas também da área Nafta, em que a Pirelli também conta com uma unidade produtiva localizada em Geórgia, Estados Unidos da América, no ano passado, a Pirelli anunciou a construção da primeira unidade produtiva da fabricante de pneus no México, na cidade de Silao (estado de Guanajuato). A construção da nova planta já foi iniciada e prevê-se que a produção se inicie no segundo trimestre de 2012. Com investimento inicial de 210 milhões de dólares, a planta irá ocupar aproximadamente 120 mil metros quadrados e irá gerar 700 empregos diretos e 300 indiretos.