Honda recebe o Prêmio Época de Mudanças Climáticas pelo segundo ano consecutivo

Honda recebe o Prêmio Época de Mudanças Climáticas pelo segundo ano consecutivo

Honda recebe o Prêmio Época de Mudanças Climáticas pelo segundo ano consecutivo

Práticas ambientais da Moto Honda da Amazônia e da Honda Automóveis do Brasil para conter o aquecimento global foram reconhecidas como diferenciais importantes na fabricação de bens de consumo

A segunda edição do Prêmio Época de Mudanças Climáticas, realizada na última segunda-feira (28) pela revista Época em parceria com a consultoria PriceWaterhouseCoopers e com o apoio da Embaixada Britânica de Brasília, indica que a Honda continua entre as empresas líderes no controle das mudanças climáticas.

A Honda Automóveis do Brasil (HAB) e a Moto Honda da Amazônia (HDA) foram duas das 21 companhias de diversos setores da economia homenageadas com o título de “Empresa Líder em Políticas Climáticas”, por fazerem um inventário de suas emissões de CO2 e por implementarem estratégias para reduzi-las.

A Honda Automóveis do Brasil foi premiada por sua meta de reduzir, até dezembro de 2010, 30% das emissões de CO2 na fábrica de Sumaré (SP), em relação ao volume de 2000. Já a Moto Honda da Amazônia foi a primeira a produzir em série uma motocicleta bicombustível, que funciona tanto com álcool quanto com gasolina, em qualquer proporção.

Sobre o Prêmio – Considerando que a emissão de gases de efeito estufa e a responsabilidade social de grandes corporações são temas centrais de diversos debates no mundo atual, o Prêmio Época de Mudanças Climáticas tem por objetivo destacar as organizações mais conscientes e inspirar as demais a seguir seus exemplos.

A metodologia de avaliação estabeleceu uma pontuação para o esforço das organizações em medir suas emissões; para o nível de transparência com o público; e para o plano de redução de emissões das companhias, levando em conta o envolvimento com a rede de fornecedores, a divulgação de metas e o fato de trocarem ou não matérias-primas.

Quatrocentas das maiores companhias e 25 dos maiores bancos do País foram convidados a participar, além de 17 empresas e órgãos do governo que se voluntariaram. No total, 100 organizações se cadastraram para responder o questionário, número três vezes maior que o de 2008