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Mercado de Motos: champanhe e rojões

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Os n£meros apresentados pela Abraciclo – Associa‡Æo Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, merecem champanhe e rojäes para a ind£stria, para o mercado e tamb‚m para os consumidores.

Durante o 1§ semestre de 2007, o setor produziu no Brasil 876.508 motocicletas contra 711.937 mil unidades produzidas em igual periodo de 2006. Isso representou um aumento de 23.11% no volume produzido.

“Os numeros positivos demonstram que atualmente a motocicleta vem, cada vez mais, sendo encarada pelos brasileiros como meio de transporte eficiente, principalmente pela grande abrangencia de utiliza‡Æo adotada por seus condutores”, disse Paulo Shuiti Takeuchi, presidente da Abraciclo.

A Abraciclo re£ne os fabricantes Yamaha, Honda, Harley Davidson, Kasinski, Caloi, Prince e Sundown (Brasil & Movimento). Curiosamente a Suzuki e algumas outras fabricantes nÆo fazem parte da Associa‡Æo.

Precisar os numeros do mercado, estimado em 9 milhoes de motos nÆo ‚ facil pois existem diferen‡as entre fabrica‡Æo e emplacamento. Segundo Moacyr Alberto Paes, diretor executivo da Abraciclo, a moto pode ser fabricada e estar em transito, pode estar ainda no estoque da loja, pode ser reemplacada, etc.

Segundo a Abraciclo, os bons resultados durante o 1§ semestre de 2007 foi porque:

– Foram desenvolvidos bons produtos e adequados … realidade nacional;
– Houve um crescimento na oferta de cr‚dito, com mais op‡äes de financiamentos, e isso ajudou nas vendas;
– O perfil de aquisi‡Æo ficou assim:
– 55% das motos foram financiadas
– 15% foram compradas … vista
– 30% foram vendidas atrav‚s de cons¢rcio

H  um consenso que a moto passou a ser mais bem vista na utiliza‡Æo como meio de transporte. R pida, pr tica, mais em conta em rela‡Æo ao transporte coletivo, al‚m da f cil mobilidade e utiliza‡Æo como lazer nos finais de semana.

 PRECISO ATEN€ÇO

Diversas razäes nÆo permitem que o p£blico tenha um £nico numero de mercado, visto a Abraciclo nÆo ter todos os fabricantes em seu quadro de associados. Assim, ‚ dif¡cil precisar os n£meros de comercializa‡Æo. Como disse o presidente da Abraciclo, “somos contra empresas que nÆo cumpram as mesmas regras b sicas. Mas estamos abertos a todos que vierem nos procurar”.

Alguns outros dados que tamb‚m precisam de acompanhamento do publico interessado em comprar ou trocar de moto e talvez a Abraciclo possa ser a interlocutora:

Ped gio – a Abraciclo precisa acompanhar de perto os estudos que vem sendo desenvolvidos pelas 12 concession rias de rodovias filiadas … Artesp – Agencia de Transporte do Estado de SÆo Paulo, reguladora dos assuntos ligados …s rodovias, no sentido de evitar a cobran‡a do ped gio das motos.

Moto T xi – houve um incremento nessa presta‡Æo de servi‡os, principalmente em cidades do interior dos Estados brasileiros, onde nÆo h  uma regulamenta‡Æo precisa, que possa ter o car ter nacional. Arrisca-se a vida do motociclista e da garupa.  necess ria uma r pida defini‡Æo para o setor.

Moto Frete – a Resolu‡Æo 219/07 do Contran – Conselho Nacional de Transito, est  em discussÆo e h  uma enorme polemica sobre sua validade. Merecia uma consulta … Abraciclo e entidades ligadas ao setor.

Pirataria – j  imaginou levar uma bicicleta ou moto … concession ria da marca e descobrir que ‚ um produto pirata? Sim, j  temos casos no Brasil de pessoas que compraram bicicletas e motos de terceiros e descobriram que nÆo era um produto leg¡timo, mas sim falsificado. A Abraciclo est  estudando uma forma de ajudar os fabricantes a garantirem a origem de seus produtos.

Polui‡Æo – sabe-se que a Abraciclo, juntamente com a CETESB, estÆo estudando a cria‡Æo de um laborat¢rio de controle de emissäes de poluentes. Hoje, existem somente dois: um na Honda e outro na Yamaha, ambos situados em Manaus, AM. Isso ser  um grande passo para a melhor defini‡Æo dos n¡veis de polui‡Æo dos gases e da gasolina utilizada nas motos.

De qualquer forma, ‚ sempre bom saber que o setor est  em alta, a briga por melhoria da Qualidade beneficia o consumidor e novas alternativas chegam a pre‡os mais competitivos, aumentando as op‡äes de compra, de modelos, para todos os gostos.