Suzuki no PROCON, Reclamação de Pós-vendas Yamaha

Suzuki no PROCON, Reclamação de Pós-vendas Yamaha

Suzuki no PROCON, Reclamação de Pós-vendas Yamaha

Adquirí uma motocicleta burgman AN125. Em 23/10/2009 dei entrada com a O.S. 17232, para processo de garantia da tampa de manutenção do motor (Defeito: Está com empeno que faz com que uma das presilhas fique pra fora). O atendente da oficina me informou que após 30 dias eu seria contactado para a troca da peça, após os 30 dias não fui comunicado e voltei a concessionária, e fui informado que houve um atraso de peças devido a problemas provavelmente com a receita federal. No dia 02/12/2009, após 40 dias da abertura da O.S. 17232, procurei a loja e fui informado que a peça não seria enviada pela Suzuki, por não se tratar de item em garantia. Após 40 dias fui informado que a peça não é alvo de garantia, mesmo após verificada pela oficina e ter sido dado prazo para solução do problema. A justificativa foi que uma peça como esta quando tem defeito de fábrica, não acontece apenas com uma única peça e sim com milhares como já aconteceu com um paralama de uma suzuki yes. Primeiramente não concordo com essa colocação, e para se afirmar que a peça não tem garantia, acredito que deve haver uma análise criteriosa do produto. após ler os termos e condições no certificado de garantia, não encontrei nos itens não cobertos pela garantia a tal peça. Após e-mail enviado à fábrica em 02/12/2009 fui contactado e voltei com a moto para a loja. Foi tirada a partir de um celular a foto da tampa e pediram que aguardasse. Sem nenhum contato voltei hoje e fui informado que a fábrica não deu garantia e nenhum laudo me foi dado com o motivo. Bitenca, vejo que a falta de respeito e o descaso com o consumidor é uma regra e não uma excessão. Irei procurar o PROCON Um abraço, Ricardo Ribeiro (41), Recife (PE)

Foto: Filtro de ar da XTZ 250X - Helano Robson

Foto: Filtro de ar da XTZ 250X - Helano Robson

A Assessoria de Imprensa da Suzuki respondeu: “conforme acordo realizado em 12.01.2010 junto ao PROCON, a J.Toledo irá substituir a carenagem”

Réplica do leitor: “Boa Noite Dr. André, A Suzuki têm razão quanto ao acordo feito no dia: 12/01/2010, processo F.A. Nº 0909-040.200-5, o qual diz que fará a reposição da peça (Tampa da carenagem central = Termo usado por mecânicos), no prazo de 10 dias úteis que encerra-se na segunda-feira (25/01/2010). No manual do proprietário diz que a peça chama-se: Tampa de manutenção do motor, como informei no e-mail à Motonline. Resolví aguardar até o dia 25/01/2010 para informar se realmente o prazo dado pela Suzuki foi cumprido, pois como o meu caso, já ví vários relatos que respeitar prazo não é do feitio da Suzuki. Se dia 25/01/2010 não for chamado para colocar a peça citada, dia 26/01/2010 pela manhã estarei retornando ao Procon. Atenciosamente, Ricardo R. Souza”

Comentário: É lamentável um caso desse chegar ao PROCON. Não seria menos dispendioso para ambos os lados, o fabricante cumprir com a garantia?


Senhores, copio abaixo o e-mail que enviei ao SAC-Yamaha e peço apoio para solucionar o problema de minha moto. Segue…Prezados Senhores, Me chamo Helano, resido em Salvador / BA e sou, pela segunda vez, proprietário de uma motocicleta Yamaha. A primeira foi uma XTZ 125XK (comprada zero quilometro) e atualmente tenho uma XTZ 250X, adquirida zero quilômetro, junto à Concessionária Motocred, localizada no bairro do Comércio, em Salvador/BA, cuja propriedade é dos Srs. Júnior e Cláudio, supervisão de Vendas, Sra. Carla e Supervisão de Oficina, Sr. João. Ocorre que a moto até os 3mil km tinha um excelente comportamento e jamais apresentou nenhum ruído atípico. Saliento que a moto teve seu motor amaciado rigorosamente como indica o manual do proprietário e também teve a revisão de 1mil km realizada na própria Motocred, sob a supervisão do Sr. João, e serviço efetuado pelo mecânico Thiago. Após os 3mil km a moto passou a apresentar um ruído de vibração no motor bastante incômodo, quando o mesmo passa dos 6mil rpm. Segundo um mecânico da própria concessionária, Sr. Thiago, tratava-se de válvula de escape desregulada. Por indicação do Sr. João, deixei para realizar o serviço (de novo, saliento, por indicação dele, Sr. João) somente na revisão de 5mil km, o que realizei na data de hoje, 18/12/2009, cheguei à concessionária às 07:20h da manhã. Bem, gostaria de listar abaixo as situações bastante desconfortáveis Pelas quais passei junto à Concessionária; 1) Minha moto só veio a entrar na oficina às 08:40hrs, mesmo chegando lá antes das 08h 2) Avisei a respeito da regulagem das válvulas e quando o Sr. João me trouxe a moto como “pronta”, isso já quase 10h, continuava exatamente o mesmo ruído. Pior, ele ainda tentou me convencer de que tal vibração era oriunda do protetor de cárter. Quando pdi ao mesmo para colocar o ouvido próximo ao comando de válvulas da moto ele concordou que não era de lá o ruído. De novo, o Sr. João leva a moto para dentro da oficina e após mais 2 h, ou seja, já quase meio-dia, me traz a moto exatamente do mesmo jeito informando que tal vibração, tal ruído (bastante chato, muito incômodo e que a moto NÂO FAZIA até os 3mil km) é “normal”. Como eu já estava no horário de ir para o trabalho, não quis mais perder meu precioso tempo. 3) A moto ao ser dada como “pronta” estava sem ser sequer lavada e com a corrente sem uma gota de óleo. Pergunto: o que é feito na revisão de 5mil km ? Nada ? ? ? Só resolveram lavar a moto e lubrificar a corrente depois que eu muito reclamei, junto ao Sr. João e à Sra. Carla. 4) Após sair da concessionária e rodar com a moto percebi que a rotação do motor estava oscilando muito (de 1000 a 1300rpm) sem ter nenhuma constância na mesma, de noite percebi que haviam “des”regulado o farol (pra que eu não sei) e o ruído extremamente chato de vibração continua, estando inclusive mais intenso. Além disto, a lubrificação da balança traseira, que inclusive constava na Ordem de Serviço para ser feita, acho que só foi realizada com a água da lavagem que pedi para dar na moto. Graxa? Óleo? Lubrificação na suspensão e balança? Acho que a moto nunca viu isso….. Desta forma, solicito o apoio do SAC-Yamaha no sentido de atuar junto à concessionária para solucionar tais problemas em minha motocicleta (repito, a segunda que adquiro, comprada zero quilômetro e à vista!) e eu ter uma revisão de 5mil km profissionalmente realizada, à altura da qualidade que os produtos Yamaha merecem ser tratados. Para piorar a situação, a outra concessionária que havia em Salvador (MotoCerto), encontra-se FECHADA. Atenciosamente, Helano Hobson (32) Salvador – BA

A Assessoria de Imprensa da Yamaha respondeu: “O cliente se recusa a levar a motocicleta até a concessionária para a realização do serviço!”

Em réplica o leitor nos respondeu: “Olá André,
Boa tarde. Eu já levei a moto novamente à Concessionária MotoCred, conforme orientações do SAC e novamente eles não resolveram. Reclamei bastante com o Sr. Júnior (proprietário), com o Sr. João (chefe de oficina), com a Sra. Carla (supervisora de vendas) e acabei saindo de lá com a moto engasgando, falhando e consumindo bastante. Depois de muito estudar (manual do proprietário, fóruns, motonline, etc) acabei descobrindo que o problema da moto era bastante difícil de resolver; FILTRO DE AR SUJO !!! Lamentável ser proprietário de um produto de excelente qualidade, como a Yamaha XTZ 250X e não ter um pós-venda à altura do mesmo. Estamos órfãos em Salvador/BA de um atendimento de qualidade. Grato, Helano Hobson”

Comentário: O que comentar?

Não consegui contato com as pessoas mencionadas da concessionária. O canal está aberto para resposta.