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Vídeo Honda PCX: evoluir é preciso

Veja mais sobre o Honda PCX

Líder com folga no segmento de scooter desde que foi lançado no mercado brasileiro em 2013, o Honda PCX 150 passou por uma aparente discreta mudança. Aparente, porque de fato a concorrência apertou o cerco e a Honda decidiu mudar bastante o produto, a começar do chassi e com a adição de vários mimos desejáveis para o público que gosta de scooter. Afinal, o PCX quer manter a preferência – já são mais de 140 mil scooter vendidas no Brasil, uma média superior a 20 mil unidades por ano. Agora o modelo 2019 chega em três versões: STD, DLX e Sport.

PCX 2019: tudo novo

Pode até não parecer, mas mudou tudo. A começar do chassi, que sofreu um mudança fundamental para melhorar o que é a grande reclamação dos consumidores: a suspensão dura na traseira. Aliás, esta é a reclamação de todos os consumidores que compram scooter no Brasil, face ao péssimo estado de conservação de nossas ruas, avenidas e estrada. A mudança no chassi serviu para mudar a posição de ancoragem dos amortecedores traseiros, que agora estão em posição menos inclinada – era 25º e agora está com 10º de inclinação. A mudança também reposicionou o motor no berço duplo e as duas modificações melhoraram o equilíbrio do scooter e tornaram a suspensão traseira mais macia e com mais curso – 85 mm contra 100 mm, alem de aumentar o espaço sob o banco.

A principal diferença entre as três novas versões do Honda PCX 2019 está nos freios. Na versão básica (STD), está mantido o mesmo sistema de freios do modelo 2018, com disco na dianteira e tambor na traseira com o sistema CBS (Combined Brake System), aquele que, ao acionar o manete do freio traseiro, uma parte da força aciona também o freio da roda dianteira. Já as versões DLX e Sport ganharam disco também na roda traseira e o ABS, mas de uma via, ou seja, atua apenas na roda dianteira, ao contrário de sua principal concorrente – Yamaha NMax, que tem ABS nas duas rodas. A Honda fica devendo o ABS na roda traseira. Ah, e também ganharam o “keyless”, sistema de partida sem chave, apenas pelo sensor de presença.

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Sidney Levy

Motociclista e jornalista paulistano, une na atividade profissional a paixão pelo mundo das motos e a larga experiência na indústria e na imprensa. Acredita que a moto é a cura para muitos males da sociedade moderna.