Superliga Brasil de Motocross: grandes pegas em Chapecó

Largada da MX2: Líderes do campeonato foram superados na pista

Largada da MX2: Líderes do campeonato foram superados na pista

A Superliga Brasil de Motocross 2012 entra na reta final. Neste domingo (6), os pilotos protagonizaram disputas emocionantes na pista de 1.800 metros do Autódromo Internacional de Chapecó (SC). Desta vez, os líderes da MX Pró, Carlos Campano (#115); Dudu Lima (#2), da MX2; Gustavo Pessoa (#117), da Júnior, foram superados por Adam Chatfield (#407), Hector Assunção (#30) e Fábio dos Santos (#87), que com muito suor, conquistaram a quarta etapa e deixaram ainda mais eletrizante a competição.

Apesar de ter ficado em quinto no somatório geral, Campano, que correu com dores na virilha direita, segue líder absoluto da MX Pró com 188 pontos, 29 a mais que Adam, segundo colocado. Com vantagem de quatro pontos para Thales, Dudu está na frente da classificação da MX2. Já Gustavo é o primeiro na Júnior com 94 pontos.

O próximo desafio da Superliga Brasil de Motocross será nos dias 16 e 17 de junho em Brasília, no Distrito Federal.

Bateria Junior – O piloto Ricardo Jurça (#991) fez o holeshot, mas logo na sequência foi ultrapassado por Gustavo Pessoa (#1117) e Fábio dos Santos (#87). Assim como nas etapas anteriores, os ponteiros do campeonato ditavam o ritmo da prova. Enzo Lopes (#92), então terceiro colocado, caiu nas primeiras voltas e perdeu três posições. Depois de revezar com Gustavo na ponta, Fábio deu a cartada final. O piloto superou o concorrente e conquistou a vitória. A segunda posição ficou com Gustavo, seguido de Enzo que se recuperou na prova. “Consegui me adaptar rapidamente à pista. Errei em um momento na corrida e fui ultrapassado. Mas consegui recuperar a posição no final”, comenta Fábio, vice-líder da Superliga.

1ª bateria MX2 – Gustavo Henn (#90) fez ótima largada, mas foi Anderson Amaral quem pulou para ponta. Hector Assunção (#30), Dudu Lima (#2) e Thales Vilardi (#27) o acompanhavam. Mais rápido, Anderson aumentava a vantagem. Após duas quedas na ferradura, Hector ficou para trás. Dudu e Thales se beneficiaram e foram para segundo e terceiro. Com sete minutos para o fim, Dudu encurtou a distância para o líder da prova e deixou a corrida emocionante. Apesar das tentativas de Dudu, Anderson resistiu à pressão e chegou a primeira vitória na MX2. “Vinha buscando esta vitória há um bom tempo. Fiz boa largada e consegui abrir para o segundo. Cansei no final, mas venci”, declara Anderson.

2ª bateria MX2 – Hector Assunção fez o holeshot, mas na segunda curva foi superado por Anderson Amaral. O vencedor da bateria inicial permaneceu na frente apenas três voltas, quando foi ultrapassado por Hector e Thales. Também em ritmo forte, Rafael Faria (#116) e Dudu Lima ganharam a posição de Anderson. Sem ninguém pela frente, Hector cruzou a linha de chegada em primeiro, seguido de Thales e Rafael. “Cometi dois erros na primeira bateria que me custaram caro. Já na segunda fiz o holeshot e estive mais concentrado, o que me ajudou a vencê-la”, afirma Hector.

1ª bateria MX Pró – Adam Chatfield fez o holeshot. O inglês era seguido por Leandro Silva (#14), Carlos Campano (#115) e Jorge Balbi (#1). Enquanto Adam comandava a prova e abria distância, a briga pelo segundo lugar esquentava. Leandro segurou por algumas voltas o posto, porém Campano o ultrapassou. Na 14ª volta, Balbi foi para cima de Leandro e ganhou o terceiro lugar. No entanto, duas voltas depois, o mineiro errou na ferradura e caiu. Assim, Leandro deu o troco. Já Adam venceu a primeira na temporada. Campano foi segundo. “Fiz o holeshot e me mantive em primeiro durante toda a corrida. Apesar de ter sido complicada, não cometi erros e consegui a vitória”, destaca Adam.

2ª bateria MX Pró – Wellington Garcia (#21) assumiu a liderança na queda do gate e foi perseguido por Jorge Balbi. Ainda nas voltas iniciais, Adam e Campano ultrapassaram Leandro e foram para terceiro e quarto. Enquanto isso, Balbi atacava Wellington, que segurava de todas as formas o mineiro. No final, Wellington conquistou a vitória. Balbi em segundo, seguido de Adam. Na última volta, Leandro ultrapassou Campano e finalizou em quarto. “Minha ficha ainda não caiu. A cada volta tentava dar o meu melhor. No final cansei, mas quando vi meu pai no pit-lane incentivando, não podia deixar passar estar oportunidade”, coloca o emocionado Wellington.

A Superliga Brasil de Motocross é apresentada por Honda e Mobil, tem co-patrocínio Pirelli, Yamaha, Mormaii, Monster Energy e Consórcio Nacional Honda. Apoio da Prefeitura Municipal de Chapecó, Moto Clube Chapecó, Rádio Atlântida FM e Revista da Moto!

Fonte: Superliga Brasil de Motocross / Foto: Divulgação

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