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Honda NXR 125 Bros

A NXR 125 chegou ao mercado em 2003, sendo relançada em 2013, quando a Honda aumentou sua linha de motocicletas de uso misto de baixa cilindrada. A marca equipava a nova Bros com um motor monocilíndrico de 124,8 cm³, alimentado por carburador e derivado de uma das motocicletas mais vendidas, a CG 125 Fan. Além disso, a moto não contava com o sistema bicombustível e tinha somente freios a tambor.

5 1

Recomendação

satisfação geral
DIRIGIBILIDADE
VISUAL
CONSUMO
CONFORTO
CUSTO X BENEFÍCIO
PERFOMANCE
Leia as Avaliações

Ficha Técnica

  • Cilindrada: 124
  • Tipo de Motor: 4 tempos
  • Arrefecimento: Ar
  • Combustível: Gasolina
  • Potência Máxima: 11,6cv a 8.000rpm
  • Torque Máximo: 1,06kgf.m a 6.500rpm
  • Transmissão: 5 velocidades
  • Injeção: Carburador PDC9V
  • Suspensão dianteira: Garfo telescópico
  • Partida: Elétrica / Pedal
  • Ajuste da suspensão dianteira:
  • Chassi: Aço
  • Suspensão traseira: Monoamortecedor
  • Peso (seco): 115
  • Peso em movimento: (MVOM)
  • Comprimento: 2046
  • Largura: 810
  • Altura: 1139
  • Altura do Banco: 829
  • Distância entre Eixos: 1361
  • Pneu Dianteiro: 90/90-19M/C 52P
  • Pneu Traseiro: 110/90-17M/C 60P
  • Capacidade do tanque: 10
  • Ajuste da suspensão traseira:
  • Balança: Convencional

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Outras Versões

  • NXR 125 Bros ES:   2015 / 2014 / 2013 / 2005 / 2004 / 2003

  • NXR 125 Bros KS:   2014 / 2013 / 2005 / 2004 / 2003

Todas as Avaliações Desta Moto

Recomendo

Prós: - Pneus menores(melhor para asfalto na cidade); - Suspensões longo curso; - Bancos largos; - Porte de moto maior; - Baixo consumo.
Contras:- Suspensão dianteira seca; - Painel simplista; - Suspensão convencional; - Motor com rendimento bipolar; - Retomadas fracas; - Motor pouco durável; - Falta lampejador de farol.
Avaliação
Avaliou Honda NXR 125 Bros
eu recomendo!

Comentarios

Minha primeira moto, inesquecível. Foi muito importante para minha vida, pois foi minha companheira de faculdade e me levava para o trabalho!
Fiquei com ela por quatro anos, talvez cinco, e como eu era gurizão, abusava muito da moto. Andava mais no limite de cada marcha da moto do que civilizadamente nos dois primeiros anos de uso, depois comecei a andar mais na manha. Achei a mecânica fraca, vendi ela com o motor fazendo barulhos do tipo "logo darei manutenção, prepare-se".

VISUAL: Tinha porte de moto maior, tinha mais identidade própria do que o atual modelo que usa lanterna de CG(bléh). Só diferenciava-se da tornado pelas rodas menores e pela suspensão mais baixa, sem falar que a Tornado tinha linhas mais retas, enquanto a Bros tinha linhas mais arredondadas similares a Falcon. Com o tempo foi se tornando um visual cansativo. O visual do painel... Santo Cristo. Bem básico, bem simples, bem sem sal. Era algo como: "é apenas um painel para dizer que tem um painel".

CONFORTO: Algo muito polêmico na Bros. A suspensão traseira tinha longo curso e era bem macia. Na pista de motocross dava fim de curso em qualquer salto. Característica de conforto. A suspensão dianteira era uma lástima, tinha longo curso, mas era seca demais, coisa da Honda mesmo. Uma YBR tem absorção mais macia que a dianteira da Bros. O banco da Bros era bem confortável por ser largo e ter uma boa camada de espuma, bem melhor que da XTZ. A posição de pilotagem era boa, previlegiando o conforto mesmo, sem aptidões esportivas.

PERFORMANCE: Era de lua. Tinha dia que o motor estava esperto. Tinha dia que o motor estava sonolento. De retomadas era sempre bem indisposto, não tinha jeito. Nas arrancadas variava de moto pra moto, levei muito pau de CG, mas também dei pau em algumas. Contra YBR nunca comparei e uma XTZ eu deixei pra trás, mas o rapaz não soube amaciá-la. Na BR era foda, o motor vibrava parecendo que ia estourar tudo, que ia sair do chassi. Sempre fica entre 105 km/h e 110 km/h no plano. Qualquer vácuo ficava fácil nos 115 km/h, mas cortava em 120 km/h, frustração!

DIRIGIBILIDADE: Muito boa na cidade, a configuração dos pneus, apesar de contraditória, é boa pra cidade, perdendo apenas para as configurações de motos motard. Era fácil eu fazer curvas até encostar as pedaleira dianteira no asfalto e a moto sequer balançava nas curvas. O problema dos aros menores vinham na terra. A primeira vez que peguei estrada de chão com chuva, pensei que ia pro mato várias vezes. A moto ia sambando até não poder mais, fiquei com o cu na mão a viagem inteira. O pneu, por ser aro menor, era mais largo na dianteira, isso fazia com que flutuasse no barro.

CONSUMO: Curioso! A primeira média de consumo que tirei, deu 39 km/litro. Eu não passava de 60 km/h e não esticava as marchas. Nunca mais consegui esse mesmo consumo. Com o tempo, nas mesmas condições de uso, ele foi reduzindo até ficar na casa dos 34,5 km/litro. Na estrada só fiz um tipo de medição, usando a moto em alto giro, sempre no limite. Nessas condições ficava na faixa de 30 a 33 km/litro.

CUSTO X BENEFÍCIO: Difícil falar. Na época eu tinha pago R$6 mil reais. Não tinha marcador de combustível, não tinha conta giros, não tinha lampejador de farol, não tinha suspensão traseira regulável(igual a XTZ) e não tinha bengala sanfonada. O bom era a pedaleira traseira que era fixada no chassi, dando conforto pro garupa e tinha corta corrente. Se for ver bem e comparar com a XTZ, ela não tinha o melhor custo benefício.

CONCLUSÃO: Em termos de mecânica, conforto e custo x benefício, eu iria fácil de XTZ. Para fica mais tempo em cima da moto ou pega a estrada de vez em quando, a Bros se mostra melhor opção por causa do banco mais largo e mais macio. Pena que o motor é fraco e vibra demais. É uma moto "gorda", a XTZ é mais magrinha e acaba sendo mais fácil de manobrar no trânsito pesado. Eu recomendo a compra, mas no lugar da Bros eu compraria a XTZ!

pros

- Pneus menores(melhor para asfalto na cidade);
- Suspensões longo curso;
- Bancos largos;
- Porte de moto maior;
- Baixo consumo.

contras

- Suspensão dianteira seca;
- Painel simplista;
- Suspensão convencional;
- Motor com rendimento bipolar;
- Retomadas fracas;
- Motor pouco durável;
- Falta lampejador de farol.

CONDIÇÕES DO TESTE

  • Tempo de uso: Mais de um ano
  • Tipo de Uso: Meio de Transporte
  • Terreno Testado: Urbano, Terra, Estrada, Pista
  • Quilometragem: 33000
  • Manutenção: Fácil de encontrar
  • Custo de Mantenção: Baixo
satisfação geral
DIRIGIBILIDADE
VISUAL
CONSUMO
CONFORTO
CUSTO X BENEFÍCIO
PERFOMANCE
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