Honda CB 500

Honda CB 500
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Sobre a Honda CB 500

A CB 500 ‘antiga’ sucedeu a CB 450 DX  e antecedeu a CB 600F Hornet, outros dois sucessos de vendas. Para quem não sabe, a Honda CB 500 chegou ao mercado brasileiro em 1997 e permaneceu nas lojas até 2005. Confira a ficha técnica e imagens desta naked “raiz” que tem fãs até os dias de hoje, apaixonados pela sua robustez e desempenho.

Honda CB 500 ‘antiga’: ficha técnica, consumo, fotos e vídeos

Usamos aqui o termo ‘antiga’ para diferenciar a antiga CB 500 da Honda CB 500F. Apesar do nome praticamente idêntico, são duas motos completamente diferentes. A primeira esteve à venda do final da década de 1990 ao início dos anos 2000.

Enquanto isso, a CB 500F chegou ao Brasil em 2014 e permanece em produção. Lembrando que a trail CB 500X e carenada CB 500R fazem parte desta geração mais nova. Voltando a 500F e a 500 antiga, ambas as motos não compartilham nenhuma peça, seja chassi, motor, suspensão ou eletrônica. Nada é intercambiável entre os dois modelos.

Desta forma, a CB antiga era movida por um motor de dois cilindros em linha, arrefecido a líquido, com 498,8 cm³, DOHC, com oito válvulas. Apesar de ser considerado moderno para sua época, era alimentado por dois carburadores. Com tudo isso, o propulsor gerava 54 cv a 9.000 rpm e torque de 4,50 kfg.m a 8.000 rpm.

Apesar disso, eram números bem similares aos da nova geração. A CB 500F gera 50,4 cv e 4,55 kgf.m de torque. Ou seja, tem uma redução de 6,7% na potência e acréscimo de 1,1% no torque em relação a CB carburada. 

Mas, para quem prefere a nostalgia da velha CB, saiba que ela atingia a marca de 100 km/h em apenas 4,7 segundos. A sua velocidade máxima, ou top speed, era outro destaque do modelo, afinal a 500 superava os 170 km/h reais, chegando aos 200 km/h no painel.

No entanto, o motor de ótimo desempenho e rotações altas (comparadas ao ‘padrão’ atual) - junto da alimentação por carburadores - cobrava seu preço no consumo. A média ficava na casa dos 20 km/litro, mas caia para aproximadamente 13 km/litro em tocada esportiva. Em comparação, uma CB 500F supera a marca de 28 km/litro em velocidade de cruzeiro.

Foi sucesso nacional

A CB 500 antiga chegou com uma missão difícil. Precisava substituir à altura a CB 450, que era um sucesso de vendas e ícone nacional de esportividade nos anos 1980. Além disso, precisava se mostrar atual para os ‘novos’ padrões da época. Lembrando que o Brasil tinha se aberto para importações recentemente.

O modelo CB 500 já era oferecido na Europa (onde chegou a ter uma segunda geração e outras versões) e também agradou por aqui. Sua principal concorrente era a Suzuki GS 500E, que estava um passo atrás em tecnologia – especialmente pelo motor, com 2 válvulas por cilindro.

 

Assim, a CB 500 ‘antiga’ vendeu mais de 21 mil unidades no país. Aliás, o modelo era nacionalizado, integrando a linha de montagem da fábrica da Honda em solo verde e amarelo, localizada em Manaus. Depois de 2005, a CB 500 foi substituída pela famosa CB 600F Hornet.

Ficha Técnica

Cilindrada: 498.8
Tipo de Motor: 4 tempos
Arrefecimento: Líquido
Combustível: Gasolina
Potência Máxima: 54 cv a 9500 rpm
Torque Máximo: 4.50 kgf.m a 5000 rpm
Transmissão: 6 marchas
Injeção: Carburada
Suspensão dianteira: Garfo telescópico com 115 mm de curso
Partida: Elétrica
Ajuste da suspensão dianteira: Sem ajuste
Chassi: Tubular berço duplo de aço
Suspensão traseira: Bi-shock, 117 mm de curso
Peso (seco): 173
Comprimento: 2090
Largura: 720
Altura do Banco: 775
Distância entre Eixos: 1430
Pneu Dianteiro: 110/80-17
Pneu Traseiro: 130/80-17
Capacidade do tanque: 18 litros
Ajuste da suspensão traseira: Pré-carga
Balança: Convencional

Outras Versões

CB 500:   2005 / 2004 / 2003 / 2002 / 2001 / 2000 / 1999 / 1998 / 1997
CB 500 (Limited edition):   2005
CB 500 Four:   1975 / 1974
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Todas as Avaliações da Honda CB 500

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Comentários:
A CB 500 é uma das motos mais versáteis que a Honda vendeu no Brasil. Na época era uma das poucas alternativas para quem queria sair das 125/250 sem morrer nas caríssimas 4 cilindros importadas. Sua única rival era (ainda é) a Suzuki GS 500. A moto é razoavelmente confortável, estável, econômica, tem boa potência. É uma delícia de pilotar e tem um desempenho muito honesto. Nas rodovias, poucos veículos andam mais rápido do que ela. O motor é muito robusto, valente e não dá problema. Os carburadores são honestos e por serem apenas 2 dão menos trabalho para regular do que 4. Melhor do que isso só com injeção eletrônica. Ela é bem equipada embora falte alguns detalhes como por exemplo o medidor de combustível. É estreitinha e anda muito bem na cidade. Na estrada tem um desempenho muito bom mas sem carenagem acaba se tornando cansativa por causa do vento nos peitos do piloto. Uma solução razoável é colocar uma bolha Givi, que foi o que eu fiz. A moto ficou muito melhor para encarar a estrada.
Prós:
Estilo, versatilidade, simplicidade, dirigibilidade.
Contras:
Supensão traseira, consumo
Condições do Teste:
Tempo de uso:
Mais de um ano
Tipo de Uso:
Lazer
Terreno Testado:
Urbano, Estrada
Quilometragem:
10000
Manutenção:
Fácil de encontrar
Custo de Mantenção:
Normal
Satisfação Geral
Dirigibilidade
Visual
Consumo
Conforto
Custo X Benefício
Perfomance
Enviada em 12/06/2023
SIM
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7 pessoas gostaram
Recomendo
Classificação
Prós:
Excelente desempenho, econômica (rodando a velocidades abaixo de 110km/h chega fazer 22 km/l), bastante resistente e difícil de dar problemas.
Contras:
Amortecedor traseiro sempre dá final de curso quando está com garupa, estabilidade ruim em curvas, tampa do sistema de arrefecimento com difícil acesso para manutenção, se não tiver cuidado com o líquido de arrefecimento ela esquenta bastante e pode até fundir o motor.
Condições do Teste:
Tempo de uso:
Mais de um ano
Tipo de Uso:
Lazer
Terreno Testado:
Urbano, Estrada
Quilometragem:
85000
Manutenção:
Difícil de encontrar
Custo de Mantenção:
Alto
Satisfação Geral
Dirigibilidade
Visual
Consumo
Conforto
Custo X Benefício
Perfomance
Enviada em 12/06/2023
SIM
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4 pessoas gostaram
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Classificação
Comentários:
Tenho uma CB500 preta fabricação 2000, modelo 2001, uma puta moto, motor com ótima durabilidade( se não for o melhor que a Honda já produziu em questão de durabilidade), torque monstro, os dois carburadores Keihin VP em linha dão a motoca uma força e agilidade imensa, são 54cv de potência da carburada contra 50,5cv da CB500F a nova 500 da Honda. A Relação da Vaz com retentor pra CB500 é na faixa de RS 250,00 nada muito diferente de um de Twister por exemplo. Os pneus( pelo menos os que uso na minha) são uma das partes carinhas porque uso um 150 Michelin PilotRoad2 na traseira e um 120 na dianteira. O consumo da minha ta na faixa de 19/20 km com um litro de gasolina, claro eu maneirando o punho. A refrigeração é líquida( outro nível!). Questão de encontrar peças no mercado, se você realmente prezar por peças genuínas e originais da Honda, você encontra sim na matriz( Manaus) ou em alguma das milhares de concessionárias espalhadas pelo Brasil( claro que o preço não vai ser baratinho rs). O tanque é gigante, 18 litros( maior que o da Hornet caburada 17,3 litros). A limpeza e equalização dos dois carburadores que são em linha fica na faixa de R$ 96,00( concessionária Honda GranMoto Campina Grande). Revisão lá pra motos entre 500cc a 750cc é R$ 210,00. O ronco é inconfundível da CB500, pra uma moto de média cilindrada você nunca mais vai esquecer, não tem igual! É uma moto que também tem muita presença,não faz feio perto de motos maiores( 600cc,750cc, 1000cc). Além de tudo é uma clássica da Honda, desejada por muitos até hoje, já tendo inclusive sido utilizada pela ROCAM de São Paulo de 2001 a 2004, e durante um tempo até mesmo pela Policia Rodoviária Federal; portanto da pra perceber a importância da motoca. Boa pra o dia a dia, excelente pra viagens, permitindo ultrapassagens seguras inclusive com garupa e bagagem. O painel analógico é um charme a parte.

Forte abraço a todos!
Prós:
Ótima potência(54cv)
Motor de alta durabilidade( se não for o melhor que a Honda já produziu neste sentido)
Preço de revenda estabilizado( R$ 10.000,00 a 14.000,00)
Moto robusta, de porte e presença. chama atenção principalmente pelo estilo clássico.
Estilo Old/Retrô, com destaque pra o painel.
Tanque de combustível com ótima capacidade ( 18 litros).
Apesar da agressividade é uma moto fácil de pilotar.
Boa autonomia, levando em consideração que é uma 500cc( fazendo a minha na faixa de 15/19 km por litro, claro maneirando o punho.)






Contras:
Falta do marcador de combustível, por ser uma moto bem conceituada, deveria ter repensado bem essa parte a Honda.
Por ser um pouco baixa, tem que tomar cuidado com certas lombadas.
Condições do Teste:
Tempo de uso:
Menos de um ano
Tipo de Uso:
Meio de Transporte
Terreno Testado:
Urbano, Estrada, Pista
Quilometragem:
74850
Satisfação Geral
Dirigibilidade
Visual
Consumo
Conforto
Custo X Benefício
Perfomance
Enviada em 12/06/2023
SIM
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3 pessoas gostaram
Recomendo
Classificação
Comentários:
Tive uma Fazer 250 antes da CB. Mts me chamaram de louco ao passar sair de uma moto 08 para uma 01. Não me arrependo da troca em momento algum. Os prós tornam os contras quase inexistentes. Sinto falta apenas do relógio, e dos hodômetros que haviam na Fazer, marcador de combustível nem tanto (depois que se acostuma com a moto, deixa de fazer falta). Em rodovias ela faz 20 km por litro, com facilidade, com garupa e mochila. Ponto importante dessa moto, é que vale a pena colocar uma gasolina mais cara, pois utilizando pódium, a média de consumo é mt melhor que utilizando gasolina aditivada comum (que na Fazer a diferença era mt menor), fazendo com que mesmo a gasolina sendo mais cara, no final ainda gera economia. Tem motor de sobra para ultrapassagens, chegando a 160 mt facil. Transmite mt segurança na hora de uma ultrapassagem, jogando o giro alto, ela vai embora.
Hj infelizmente há o costume de compara-las as ninjas 250/300. A resposta ao acelerador, e o ganho de giro mostram que são motos de categorias diferentes. Pelo tamanho do motor, as ninjinhas fazem milagres.
A 120km/h com o escape original, nem se ouve o barulho do motor, funcionando tranquilo a 6mil rpms, e quase não há vibração.
E essas motos tem um ronco mt caracteristico, extremamente "macio" em marcha lenta. E apesar do elevado peso, quase não se sente ao pilotar a moto.

Definiria a CB500 como um intermediário perfeito pra quem nao pode ter 2 motos, e pro motociclista emergente. Anda bem no transito (em dias mt quentes ou transito mt travado, chega a ligar a ventoinha), anda bem na estrada, com conforto e segurança. Sem custar tão caro nem na hora da aquisição, nem na hora da manutenção.
Consumo eu acho mt bom. Claro que tem algumas 600 que fazem isso, mas com no minimo uma década a mais de tecnologia, mas mesmo assim ainda consegue ser mais econômica que a Fazer na estrada. Todos falam mau da suspensão traseira da moto. Porém eu a acho mt mais confiavel que uma gambiarra com monochoque de twister e solda no quadro. Ela apenas não mermite mt abuso, até pq, não é uma moto esportiva.
Prós:
É uma naked média, com manutenção de moto street. Pneus são baratos, da pra utilizar o traseiro da CB300, sem problema, mas o dianteiro altera mt a ciclistica da moto. É melhor algum de medida 110/80. Pastilhas de freio, são as mesmas que da XT660. Banco largo e macio, tanto para o piloto, quanto para o garupa. Posição de pilotagem mt agradável, banco baixo + guidão pequeno e posição perfeita das pedaleiras. Motor de dupla personalidade, mansinho em baixa, e bruto em alta (a partir dos 7mil rpms, a moto vira outra). Ótima estabilidade entre mts outros prós.
Contras:
Suspensão traseira, por ser macia de mais, quando se roda com garupa, chega ao fim de curso dependendo da situação.
Estado de conservação na hora de compra, pois pela idade da moto, é dificil achar uma bem conservada hj em dia.
Painel mt simples.
Condições do Teste:
Tempo de uso:
Menos de um ano
Tipo de Uso:
Utilitário (Trabalho)
Terreno Testado:
Urbano, Estrada
Quilometragem:
42000
Satisfação Geral
Dirigibilidade
Visual
Consumo
Conforto
Custo X Benefício
Perfomance
Enviada em 25/02/2021
SIM
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Não Recomendo
Classificação
Prós:
Motor com bom desempenho, apesar de não apresentar o desempenho compatível com a potência declarada, boa para a cidade, ruim para estrada, tinha uma Tenerè 600 antes e a CB500 rende muito menos apesar de ter mais HP no catálogo.
Contras:
Suspensão péssima, bate fim de curso em qquer ondulação, tive 2 rodas amassadas em buraco de rua onde outras motos passavam de boa. A minha apresentou um problema com menos de 1000Km de não ligar sem usar o afogador e ao desligar o afogador a moto morria, tinha que deixar aquecer com o afogador puxado para depois de quente ligar sem afogador, levei na concessionária de Bauru por mais de 5 vezes e não resolveram, resolvi sair fora dessa moto . Na estrada não passava de 180 nem na descida. Definitivamente, moto média para cima esquece a Honda. Já tive Kawa, Yamaha, Suzuki e atualmente BMW, é outro nível, Honda só moto pequena.
Condições do Teste:
Tempo de uso:
Mais de um ano
Tipo de Uso:
Meio de Transporte
Terreno Testado:
Urbano, Terra, Estrada, Pista
Quilometragem:
12000
Manutenção:
Fácil de encontrar
Custo de Mantenção:
Alto
Satisfação Geral
Dirigibilidade
Visual
Consumo
Conforto
Custo X Benefício
Perfomance
Enviada em 11/04/2023
SIM
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97 pessoas gostaram
Recomendo
Classificação
Prós:
Tudo começou quando tive uma ano 2003 no ano de 2005, era praticamente nova, vendi e fiquei sem moto (coisas da vida, casa, filhos...), porem como apaixonado por motos resolvi comprar uma 250 nova, foram duas Yamaha Fazer, ótima moto por sinal, porém, ainda queria voltar na 500 cc, encontrei uma ano 1999, com mecânica em ordem, porem com estética a ser feita, foi ai que fiz negócio, apesar de ter 20 anos de uso, confio totalmente na minha maquina, estou com ela a 3 anos, fiz reforma completa, estou muito satisfeito e como vários colegas disseram a manutenção é praticamente de uma 250, só que o prazer em pilotar é o melhor, sempre volto com sorriso no rosto depois de cada passeio com os colegas
Contras:
Realmente, a Honda não colocou o marcador de combustível, mas a torneira avisa e a autonomia é grande
Condições do Teste:
Tempo de uso:
Mais de um ano
Tipo de Uso:
Lazer
Terreno Testado:
Urbano, Terra, Estrada, Pista
Quilometragem:
86000
Manutenção:
Fácil de encontrar
Custo de Mantenção:
Normal
Satisfação Geral
Dirigibilidade
Visual
Consumo
Conforto
Custo X Benefício
Perfomance
Enviada em 31/05/2023
SIM
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102 pessoas gostaram
Recomendo
Classificação
Prós:
Ótima moto para ser usada tanto no dia dia das cidades como para um passeio de final de semana.
Contras:
Não tem marcador de combustível no painel.
Condições do Teste:
Tempo de uso:
Menos de um ano
Tipo de Uso:
Meio de Transporte
Terreno Testado:
Urbano, Terra, Estrada
Quilometragem:
65300
Manutenção:
Dentro do esperado
Custo de Mantenção:
Normal
Satisfação Geral
Dirigibilidade
Visual
Consumo
Conforto
Custo X Benefício
Perfomance
Enviada em 19/04/2023
SIM
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98 pessoas gostaram
Recomendo
Classificação
Prós:
Moto realmente confiável, mecânica muito robusta, desde que bem cuidada dificilmente da manutenção. Tem ótima dirigibilidade, mesmo sendo uma moto pesada desfila no transito como se fosse uma 125cc, e quando se quer acelerar forte não faz nas curvas.
Contras:
Até o momento não tenho nada de critico para colocar como contra, pois a moto se enquadra perfeitamente no meu uso, que é no dia dia e viagens de fim de semana. Um ponto negativo seria mesmo a suspensão traseira que deixa bastante a desejar quando se esta com garupa, por ser bem macia acaba dando fim de curso, a questão do marcador de gasolina já não me incomoda, depois de um mês com a moto já da pra saber quando vai entrar na reserva
Condições do Teste:
Tempo de uso:
Mais de um ano
Tipo de Uso:
Meio de Transporte
Terreno Testado:
Urbano
Quilometragem:
45000
Manutenção:
Dentro do esperado
Custo de Mantenção:
Alto
Satisfação Geral
Dirigibilidade
Visual
Consumo
Conforto
Custo X Benefício
Perfomance
Enviada em 22/05/2023
SIM
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24 pessoas gostaram
Recomendo
Classificação
Prós:
Teste pro
Contras:
Teste contra
Condições do Teste:
Tempo de uso:
Dei umas voltas
Tipo de Uso:
Lazer
Terreno Testado:
Urbano
Quilometragem:
200
Manutenção:
Fácil de encontrar
Custo de Mantenção:
Normal
Satisfação Geral
Dirigibilidade
Visual
Consumo
Conforto
Custo X Benefício
Perfomance
Enviada em 26/05/2023
SIM
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